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sábado, dezembro 11

O Princípio dos Princípios




















O Princípio dos Princípios

No princípio, o Criador do Universo plantou um jardim com as palavras da Sua boca. Ele é o mesmo que se inclinou do Seu trono de glória para ouvir cada uma de nossas súplicas. Sim! O "Pai da Eternidade" nos chama de "filhos". O Rei da Glória se fez homem e tornou-se Emanuel, Deus conosco. Ele despiu-se da majestade, rejeitou a honra do Céu e aceitou os cravos e a cruz. Tudo isso, por amor. O amor é a verdadeira essência de Deus, o princípio da vida, o princípio de tudo.

Não há absolutamente nada capaz de mudar este princípio. O que poderia acontecer seria a sua escolha em não aceitá-lo. Neste caso, Deus o respeitaria. Ele deixa por nossa conta, a escolha final entre amá-Lo ou não. E por mais absurda que esta atitude de Deus seja, ela é o argumento irrefutável da perfeita justiça divina, porque a liberdade é a primeira de todas as provas de amor.

É verdade que este mundo não vai muito longe. É possível que ele se acabe muito antes do que calculam os calendários científicos. Mas a promessa de um novo princípio é feita por Alguém que é eterno. É o próprio Jesus que diz: "Faço novas todas as coisas" — Apocalipse 21:5.

O Criador de um Novo Céu e de uma Nova Terra promete dar à sua vida um princípio que será eterno.

— Revista Princípios, p. 99, 100.

(arespostadofim.blogspot.com)



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Revista PrincípiosO texto acima foi retirado da revista Princípios. Nela você encontrará revelações fantásticas com as quais talvez nunca tenha sonhado. Depois de ler esta revista, sua visão do mundo e de você mesmo nunca mais será a mesma.

De leitura agradável e atrativa, ela é de fundamental importância para a sua vida hoje e para o seu futuro. Capítulo após capítulo, você descobrirá um mundo diferente que sempre esteve ao seu redor, mas que permanecia intocável. Conhecerá este mundo desde o "Princípio", à luz de "Princípios" que são eternos.

Quer conhecer um pouco mais a revista Princípios? Acesse arespostadofim.blogspot.com, leia-a online e saiba como receber uma cópia impressa, gratuitamente, em sua casa.

sexta-feira, abril 2

Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido?” Sal. 2:1.

Por favor, não me deixe aqui mãe”, foi o clamor desesperado da pequena Alana, naquele trágico dia em que os seqüestradores chechenos se apoderaram da escola de Beslan, na Rússia.

Os seqüestradores forçaram Zalina a abandonar a filha de seis anos, em prantos. Somente assim ela poderia sair da escola salvando o filho de dois anos. Escolha terrível! Fazer o quê? Morrer ali com os dois filhos, ou salvar pelo menos um? As horas seguintes para Zalina foram literalmente o inferno. Cada segundo parecia ser uma labareda de fogo de sua própria consciência. Imaginava o que estaria acontecendo naquela noite com Alana, no assustador ginásio ao lado dos seqüestradores. Graças a Deus, no dia seguinte, ela teve de volta sua filha. Coberta de sangue, em choque, desidratada, mas viva.

Zalina sabe que um dia terá que olhar nos olhos de Alana e explicar por que teve que fazer aquela difícil escolha. “Isso deixa marcas”, ela se recrimina, “nós duas nunca mais seremos as mesmas.”

Séculos atrás, numa montanha solitária, pendurado numa cruz, Jesus exclamou: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” Não existe pior sentimento que o de solidão e desamparo. Você olha para todos os lados e não vê ninguém. O clamor de Cristo era mais dramático ainda, porque Ele afirmou muitas vezes “Meu Pai e Eu somos um”. O que foi que acontecera com aquela unidade maravilhosa?

Na cruz, o Senhor Jesus carregou sobre Si a culpa de todos nós e experimentou na própria carne a crueldade do pecado. Ao carregar voluntariamente a culpa da humanidade, Jesus chegou a conhecer o sentimento de desamparo e solidão que se apodera da criatura quando se afasta do Criador.

Inutilmente, o ser humano tenta achar o “seu” caminho sozinho, encorajado pelo existencialismo. O fracasso, a frustração e o vazio parecem persegui-lo sempre. Por que viver assim, se alguém já pagou o preço da culpa na cruz? É tão simples e ao mesmo tempo tão difícil para o orgulhoso coração humano aceitar a oferta divina. Mas é a única saída.

Antes de iniciar suas atividades de hoje, lembre-se de que você não precisa mais sentir-se só, porque um dia alguém, em seu lugar, já disse: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?”