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terça-feira, outubro 12

Releituras: A Pedra de Roseta e a história dos hititas

Pedra de Roseta (Museu
Britânico, Londres).
Como foi demonstrado pelo Pr. Mark Finley no devocional "Passando no teste do tempo", a Pedra de Roseta foi um achado arqueológico importantíssimo para a história. Através das inscrições nela registradas em três diferentes linguagens (hieroglifos, egípcio cursivo e grego), o brilhante egiptologista francês Jean Français Chapollion decifrou a linguagem hieroglífica. A partir de então, os mistérios do Antigo Egito foram desvendados rapidamente. Entre as muitas revelações feitas está a confirmação dos relatos bíblicos acerca do povo hitita.

Durante vários séculos, a fidelidade da Bíblia foi posta em dúvida, e nuvens de incerteza encobriam a história de um povo que "não existira". Com a descoberta da Pedra de Roseta pelo general Napoleão Bonaparte e suas tropas em 1799, e a tradução do texto hieroglífico nela contido por Jean Chapollion, abriram-se as portas do maior e mais instigante museu do mundo.

Depois de pesquisas acuradas nos hieroglifos que decoravam monumentos e paredes de templos, os historiadores finalmente renderam-se às evidências. Bem diante deles, inúmeras inscrições hieroglíficas comprovavam a existência dos hititas e os constantes conflitos políticos e militares entre eles e os egípcios.

Para todos os que acreditam que a Bíblia é a palavra escrita de Deus, esse achado veio apenas para assegurar-lhes a fé. Para os que não dão crédito a ela, essa é apenas uma das "descobertas" que asseguram a infalibilidade dos registros bíblicos.

A seguir, estão vinculadas as duas partes do Programa Evidências número 17, sobre os hititas — "O povo dos mil deuses". Este programa é veiculado na TV Novo Tempo e reserva seus direitos legais sobre seu conteúdo.




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terça-feira, julho 6

A Pedra de Roseta e a história dos hititas

Pedra de Roseta (Museu
Britânico, Londres).
Como foi demonstrado pelo Pr. Mark Finley no devocional "Passando no teste do tempo", a Pedra de Roseta foi um achado arqueológico importantíssimo para a história. Através das inscrições nela registradas em três diferentes linguagens (hieroglifos, egípcio cursivo e grego), o brilhante egiptologista francês Jean Français Chapollion decifrou a linguagem hieroglífica. A partir de então, os mistérios do Antigo Egito foram desvendados rapidamente. Entre as muitas revelações feitas está a confirmação dos relatos bíblicos acerca do povo hitita.

Durante vários séculos, a fidelidade da Bíblia foi posta em dúvida, e nuvens de incerteza encobriam a história de um povo que "não existira". Com a descoberta da Pedra de Roseta pelo general Napoleão Bonaparte e suas tropas em 1799, e a tradução do texto hieroglífico nela contido por Jean Chapollion, abriram-se as portas do maior e mais instigante museu do mundo.

Depois de pesquisas acuradas nos hieroglifos que decoravam monumentos e paredes de templos, os historiadores finalmente renderam-se às evidências. Bem diante deles, inúmeras inscrições hieroglíficas comprovavam a existência dos hititas e os constantes conflitos políticos e militares entre eles e os egípcios.

Para todos os que acreditam que a Bíblia é a palavra escrita de Deus, esse achado veio apenas para assegurar-lhes a fé. Para os que não dão crédito a ela, essa é apenas uma das "descobertas" que asseguram a infalibilidade dos registros bíblicos.

A seguir, estão vinculadas as duas partes do Programa Evidências número 17, sobre os hititas — "O Povo dos Mil Deuses". Este programa é veiculado na TV Novo Tempo e reserva seus direitos legais sobre seu conteúdo.




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segunda-feira, março 22

Graça Salvadora

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus. Romanos 3:23, 24.

Terça-feira, 11 de setembro de 2001. Quatro equipes de sequestradores comandaram quatro aviões diferentes e usaram-nos como instrumentos de morte. Um avião da American Airlines riscou o horizonte de Nova Iorque e bateu em uma das torres gêmeas do World Trade Center. Minutos depois outro avião sequestrado, um voo da United Airlines, colidiu com a segunda torre. Um terceiro avião mergulhou no Pentágono, enquanto um quarto caia em uma região remota próxima a Shanksville, Pennsylvania.

Uma imagem indelével estampada em minha mente é a de um grupo de bombeiros exaustos emergindo da fumaça do World Trade Center, cobertos de fuligem. Eles estão carregando um frágil velhinho para longe dos destroços. A manchete em letras vermelhas enormes diz "Graça Salvadora". A legenda: "Enfrentando perigo mortal, eles arriscaram suas vidas para salvar outras".

Essa imagem fala ao meu coração. Aqueles que eram frágeis e fracos nunca poderiam ter conseguido sair sozinhos do prédio em chamas. Eles precisavam de um libertador. Eles precisavam de alguém disposto a arriscar vida e membro. Eles precisavam de um Salvador. Sem alguém que se importasse, alguém disposto a lançar-se nas chamas, alguém disposto a morrer se necessário, os presos não tinham esperança.

Nós também estamos condenados às chamas. "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:23) e "Porque o salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23).

Nós não podemos nos salvar. A incrível "boa-nova" do evangelho é simplesmente esta — Jesus lançou-se nas chamas. Ele tomou para Si o próprio inferno. Na cruz Ele tomou sobre Si mesmo toda a condenação do pecado. Meu pecado. Seu pecado. Jesus experimentou todo o sofrimento que os pecadores no final das contas experimentarão. "Ele provou a morte por todos" (Hebreus 2:9). Que Salvador! Que Libertador! Que Redentor!

Em minha imaginação eu vejo o jornal da eternidade em nosso primeiro dia no Céu. Estampada na primeira página está uma foto enorme de Jesus com mãos manchadas de sangue e um rosto machucado, carregando-me em Seus braços. Quando você vê a imagem Ele está carregando você. A manchete carmesim diz "Graça Salvadora", e toda a hoste dos redimidos prostrada de joelhos em adoração. "Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor!" (Apocalipse 5:12).

Para sempre e sempre e sempre. Amém.

quinta-feira, março 11

Não mais inimigos

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Romanos 5:8.

Martin Niemoller, um teólogo alemão, definhou por meses em uma das prisões de Hitler. Durante seu aprisionamento ele passou dias pensando nas questões de vida e morte. Ele reavaliou sua vida, meditando no enorme amor de Deus por ele. Calmamente ele orou, "Senhor, eu não posso mais resistir ao seu amor. Eu aceito seu perdão. Eu acredito que sou seu filho". Niemoller tinha lutado contra o pensamento de sua própria inadequação e culpa. Ele sentiu-se indigno, pecador, e distante de Deus. Mas em um miserável campo de concentração ele foi espiritualmente transformado.

Enfim livre da prisão, Niemoller fez esta profunda observação: "Levei um longo tempo para aprender que Deus não é inimigo de seus inimigos". O apóstolo Paulo descreve esta verdade maravilhosamente. "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida" (Romanos 5:8-10).

Quando éramos Seus inimigos, Ele foi nosso amigo. Quando demos as costas para Ele, Ele tornou Seu rosto para nós. Quando corríamos dEle, Ele corria para nós. A glória de Sua graça é que Ele aceita o inaceitável, perdoa o imperdoável e Ele ama o indigno de ser amado. Por sermos perdoados, podemos ser compassivos. Por sermos amados, podemos ser amorosos.

Este pensamento é expresso magnificamente em Caminho a Cristo, p. 15: "Tal amor é incomparável. Filhos do celeste Rei! Preciosa promessa! Tema para a mais profunda meditação! O inigualável amor de Deus por um mundo que O não amou! Este pensamento exerce um poder subjugante sobre a alma e leva cativo o entendimento à vontade de Deus." Isto é o evangelho e as boas-novas da graça.

O amor incondicional, imutável de Deus é o tema central da Bíblia. Quando abrimos Sua Palavra, ficamos face a face com Seu amor.

quinta-feira, outubro 29

Estou Bem Certo

Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 8:38, 39.

Em 1556, um jovem rapaz chamado Claes experimentou uma dramática conversão. Estudando a Escritura em seu lar belga, ele foi emocionalmente vencido pelo amor de Deus. Ele concluiu que a salvação era pela fé em Cristo somente. Cristo preencheu seu coração e radiava de seu semblante, e ele não poderia mais permanecer em silêncio. O Cristo a quem ele tão apaixonadamente amava levou-lhe a compartilhar daquele amor com outrem.

Igreja e Estado estavam unidos no século XVI na Europa, e a igreja-estado não tolerava a mínima dissidência. Claes foi preso e levado a Ghent porque ele desafiou a visão da igreja de salvação. As autoridades tentaram dissuadi-lo de suas crenças antes de queimá-lo vivo. Ele sabia que a única maneira de evitar a fogueira era desistir de suas crenças. Mas ele permaneceu firme. Claes não foi intimidado pelo poder de um estado pesando sobre ele. Ele não poderia ser coagido.

Claes foi questionado, "Qual é sua fé?" Ele respondeu, "Eu acredito apenas em Cristo Jesus, que Ele é o vivo e verdadeiro Filho de Deus, e que não há nenhuma outra salvação, nem no céu, nem na terra." Claes manteve seu olhos no Cordeiro de Deus, que havia vertido Seu sangue por ele. Aquela era sua segurança e força. Aquela era sua determinação. Ele encontrou grande conforto na promessa que Jesus fez em Mateus: "Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" (Mateus 28:20).

Jesus veio na hora mais obscura de Claes. E Claes pode ter alegria no Senhor seu Deus. Nos últimos momentos de sua vida, pouco antes de sua execução, nosso Senhor concedeu-lhe uma paz incomum. Claes escreveu, "Meu coração acendeu dentro de mim com alegria ao Senhor meu Deus, assim todo o meu problema e ansiedade foram levados de mim como o pó é varrido da rua."

Claes foi para a sua morte seguro no amor de Jesus. Ele estava em perfeita paz.

Todos os demônios no inferno não podem separar-nos do amor de Deus. Doença o não podem. Tragédia não o realiza. Infortúnio e erros não são poderosos o bastante para separar-nos do amor de Deus. Divórcio, doença, desânimo, desastre, e morte sozinhos não são fortes o bastante para separar-nos do amor de Deus. Em nossos momentos mais escuros o amor de Deus ainda está lá. Como Claes, você também pode exclamar, "Senhor, Tu és fiel à Tua promessa."

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

terça-feira, outubro 27

Tesouro Inestimável

O reino dos céus é ainda semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo. Mateus 13:44.

O Colorado tem uma rica história de mineração de prata e ouro. Um dos mais bem-sucedidos operadores de mineração do Colorado nos dias do Novo Oeste era um homem chamado Horace Tabor. Ele fez milhões com um sítio perto de Cripple Creek o qual ele chamou de A Mina Incomparável.

Sua riqueza lhe subiu à cabeça, e ele começou a fazer o que lhe desse na telha. Tabor divorciou-se de sua esposa e casou-se com uma bela socialaite chamada Baby Doe. Logo o infortúnio lhes alcançou. O preço do ouro e da prata sofreu uma queda brusca. Tabor ficou sujeito a enormes dívidas. No fim ele morreu de coração partido, um pobre homem. Mas antes de sua morte ele supostamente deu a Baby Doe sua advertência: "Tenha fé na Mina Incomparável; nunca desista dela. Ela vai lhe dar de volta tudo que eu perdi."

Apesar disso, a Incomparável foi logo interditada; porém por uma razão qualquer, Baby Doe decidiu viver em uma cabana de armazenamento em ruínas perto dela, e continuou lá (por generosidade dos novos proprietários da mina) até sua morte em 1935. A Imcomparável provou ter-se esgotado; se Baby Doe tinha a esperança de que ela ainda fosse produzir riquezas, suas esperanças nunca foram realizadas.

Uma mina nunca jamais secará. Há uma fonte de riquezas que produz mais e mais. Há uma mina de verdade que é sem fim. As riquezas de Sua graça nunca podem se esgotar. Jesus é o tesouro oculto no campo. Em comparação com tudo o que temos, nosso Salvador é ainda mais precioso.

Alguém definiu sacrifício como desistir de algo de menor valor por algo de maior valor. Por exemplo, quando uma pessoa desiste de fumar, ela desiste de algo de menor valor, cigarros, que contribuem com o câncer e doenças do coração, por algo do mais alto valor, boa saúde. O amor de Jesus é de valor inestimável. Sua graça é incomparável. Recebendo Jesus, nós recebemos paz e perdão e poder e propósito. Pense nisso. Em Cristo nós recebemos uma paz interior ao Ele entrar em nossa vida. Ele nos dá uma sensação de segurança. Ele nos livra da culpa de nossas falhas passadas. Ele silencia as vozes acusadoras de uma consciência que condena. Em Cristo nós recebemos poder. Ele concede poder sobrenatural para viver. Ele é mais forte que os hábitos que nos amarram.

O poder da graça é maior do que o poder do pecado. Em Cristo temos um novo propósito para viver. Cristo dá uma nova direção para as nossas vidas. Ele dá à vida um novo sentido. Não há nada mais precioso. Cristo é uma mina que nunca jamais se esgotará.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

sábado, outubro 24

Eu Lhe devo minha vida

Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. Gálatas 2:20.

Stanley Praimnath estava sentado na sua mesa no 81º andar da Torre Sul do World Trade Center. De repente o bico de um jato 767 preencheu o céu do lado de fora da sua janela. Ele largou o telefone e mergulhou debaixo da sua mesa. O aço rangia contra o aço enquanto o teto desabava. Os fios elétricos faiscavam. As mesas e os arquivos chocaram-se violentamente do outro lado da sala. A fumaça invadiu. Stanley começou a chorar e então a orar.

As pessoas fugiam do prédio aos milhares. Horrivelmente queimadas e sangrando abundantemente, elas tropeçaram na escura escadaria.

Brian Clark descia correndo do 84º andar quando ouviu gritos de socorro. Era Stanley, que tinha de alguma forma conseguido rastejar através dos escombros, mas estava agora preso sob uma parede caída.

Brian afastou restos carbonizados e portas despedaçadas. Finalmente ele alcançou o homem desesperado. "Você tem que sair de debaixo da parede," ele gritou. "Não posso," respondeu Stanley. "Você tem que fazer isso," Brian gritou de volta. Stanley arrastou-se até que estava parcialmente livre, e Brian o puxou dos escombros. Os dois estranhos se abraçaram como irmãos. Quando eles finalmente conseguiram sair, com lágrimas em seus olhos, Stan olhou para Brian e disse, "Fique em contato, porque lhe devo minha vida."

Quando penso no incrível amor que me salvou meu coração também grita, "Senhor, eu quero ficar em contato, porque eu lhe devo minha vida". A essência da vida cristã é o relacionamento com Deus. Quando duas pessoas estão apaixonadas, elas querem estar juntas. A separação é dolorosa. Quando compreendemos completamente o amor de Jesus e comprometimento em salvar-nos, nossos corações respondem com amor. Nós queremos estar com Ele. Queremos passar nosso tempo com Ele em companheirismo. Não queremos estar separados do Seu amor nem por um instante. "O preço pago por nossa redenção, o infinito sacrifício do nosso Pai celestial em dar Seu Filho para morrer por nós, deveria nos dar grandes concepções do que podemos nos tornar através de Cristo... 'Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus [...]' 1 João 3:1. Que valor isso põe sobre o homem" (Steps to Christ [Caminho a Cristo], p. 15).

Deus nos valoriza muito. Ele nos ama imensamente. Ele quer estar conosco intensamente. Seu amor quebra nossos duros corações e nos aproxima dEle. Através do calvário nós Lhe devemos nossas vidas. O mínimo que podemos fazer é devolver para Ele as vidas que Ele redimiu e nos deu.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

terça-feira, outubro 20

Um amor que vai além

Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus. 2 Coríntios 5:21.

Em 31 de dezembro de 1995, John Clancy, um bombeiro veterano da cidade de Nova Iorque, conduziu seu batalhão a um prédio de apartamentos desocupados em uma região de drogas da baixa Manhattan. Quando o fogo estava fora de controle os bombeiros ficaram preocupados com alguém que pudesse ainda estar no prédio, embora os únicos que poderiam estar fossem vagabundos, narcodependentes, alcoólatras, e prostitutas. Contudo, Clancy e seus companheiros decidiram entrar no inferno para conduzir uma operação de busca e resgate. A fumaça reduziu a visibilidade a quase zero.

Repentinamente o teto do primeiro andar desabou, levando Clancy. Seus companheiros trabalharam arduamente para libertá-lo, mas quando eles finalmente removeram-no de lá, era muito tarde. Seu corpo estava queimado e irreconhecível. O último dia de 1995 foi o último dia da vida desse corajoso bombeiro. Ele deixou para trás uma esposa que estava grávida de seis meses e o futuro que eles estavam planejando juntos.

John Clancy acreditava que toda vida era preciosa, e estava querendo arriscar a sua própria para salvar qualquer um que estivesse no prédio. Ele deixou a segurança do seu próprio lar pelo perigo de um fogo violento. Ele entrou nas chamas para salvar vidas e perder sua própria. Sua devoção com o dever custou sua própria vida. Ele não poderia ficar de braços cruzados sabendo que outros estavam morrendo.

Os investigadores descobriram que o incêndio tinha sido provocado propositadamente. Edwin Smith, um dos "abaixo e fora" que estava, de acordo com rumores, dentro do prédio, iniciou o incêndio. John Clancy estava tentando salvar aquele que pôs fogo no prédio. Ele deu sua vida por um incendiário.

Dois mil anos atrás outro alguém caminhou pelas chamas da morte para nos salvar. Ele nos libertou das labaredas do fogo do inferno. Quando Cristo morreu, Ele voluntariamente tomou a maldição da morte sobre Si mesmo. O texto de hoje declara, "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.". Jesus nunca pecou, mas Ele tornou-se pecado por nós. Ele voluntariamente tomou sobre Si mesmo toda a vergonha e culpa por nossos pecados.

Ele morreu a morte que merecíamos, assim, nós poderíamos viver a vida que Ele merecia. Quando Jesus sofreu a excruciante morte da cruz, Ele sentiu a separação de Seu Pai. Nas palavras "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27:46) Jesus expressa Sua sensação de total perdição. Ele não podia ver além das portas do sepulcro. O pecado afasta a face do Pai. Nosso Salvador experimentou a morte que os pecadores morrerão.

O amor de Jesus foi além. Ele experimentou as agonias do inferno para nos salvar. Na luz de tamanho amor tudo o que podemos fazer é cair aos Seus pés e louvá-Lo para sempre. Ele é digno de nosso mais elevado louvor.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA



Acompanhe a letra da música
Jesus Messiah

He became sin, who knew no sin
That we might become His righteousness
He humbled himself and carried the cross

Love so amazing, love so amazing

Jesus Messiah, name above all names
Blessed redeemer, Emmanuel
The rescue for sinners, the ransom from Heaven
Jesus Messiah, Lord of all

His body the bread, his blood the wine
Broken and poured out all for love
The whole earth trembled, and the veil was torn

Love so amazing, love so amazing, yeah

Jesus Messiah, name above all names
Blessed redeemer, Emmanuel
The rescue for sinners, the ransom from Heaven
Jesus Messiah, Lord of all

All I hope is in You, all I hope is in You
All the glory to You, God, the light of the world

Jesus Messiah, name above all names
Blessed redeemer, Emmanuel
The rescue for sinners, the ransom from Heaven
Jesus Messiah, Lord of all

(Composição: Chris Tomlin; Danielle Carson; Ed Cash; Jesse Reeves.)

segunda-feira, outubro 19

O amor de Deus penetra um campo de concentração russo

Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Romanos 8:35-37.

O amor de Deus alcança as pessoas em todas as circuntâncias de suas vidas. No desapontamento, desastre, e mesmo na morte o amor de Deus lá está. Em lágrimas, tragédia, e terror o amor de Deus lá está. Na doença, sofrimento, e pesar o amor de Deus lá está. Na ansiedade, no carência, e na guerra o amor de Deus lá está.

O amor de Deus penetra prisões. Na União Soviética o amor de Deus apareceu em alguns lugares incomuns. Quando cristãos foram aprisionados por causa de sua fé, o amor de Deus ainda triunfou.

Em 1983, a União Soviética capturou Valentina, 23 anos de idade, por transportar literatura cristã. A jovem crente de charmoso sorriso e uma forte fé encontrava-se em um campo de trabalhos na Sibéria. O campo era conhecido como o "Vale da Morte" por causa de suas altas taxas de mortalidade. Seus prisioneiros sentiam-se completamente isolados do resto do mundo. Era um lugar projetado para esmagar o espírito humano.

Mas Valentina descobriu que Deus era maior do que gulá. Ela encontrou uma irmã cristã, Natasha. No meio da noite as duas jovens mulheres deixariam seus barracões e se encontrar sob o céu aberto. Elas tinham bonitos momentos de companheirismo.

A temperatura era quase sempre 40 abaixo de zero, e suas botas de trabalho não poderiam impedir que seus pés congelassem. Mas seus corações estavam aquecidos.

"Nós cantávamos e orávamos por alguns minutos, voltávamos cada uma para o seu barracão para aquecer-nos um pouco, então nos encontrávamos lá fora de novo", lembra Valentina. "Às vezes ficávamos de pé silenciosamente, apenas contemplando juntas o céu. Nada era mais querido para nós do que o céu.".

Durante seus cinco anos de aprisionamento, Valentina não sentiu-se abandonada por Deus. Ela O sentia chegar bem perto. Muitas vezes quando alguém enviava um carta para ela com um citação da Escritura, os versos pareciam responder uma questão ou necessidade muito específica. Era como se Deus estivesse comunicando-se diretamente com ela.

Quando foi libertada em 1987, Valentina resumiu sua experiência com estas palavras de Romanos 8:35-37: "Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? [...] Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.".

Valentina não foi apenas uma sobrevivente. Ela foi mais que uma vencedora. Ela experimentou o amor de Deus na prisão. Foi maior do que o terrível isolamento do gulá. Foi mais forte do que o ódio ao seu redor.

Nas circunstâncias que você enfrenta hoje o amor de Deus está aí. Aceite esta divina realidade, e viva na certeza de Seu cuidado hoje.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

domingo, outubro 18

Ligados para Deus

Ao povo que formei para mim, para celebrar o meu louvor. Isaías 43:21.

Em 1975 um físico de Harvard de nome Herbert Benson escreveu um best-seller intitulado The Relaxation Response (A Resposta do Relaxamento). Ele havia desenvolvido uma simples técnica para ajudar as pessoas a reduzirem o estresse. Ele as ensinou a relaxar focando-se em alguma imagem mental positiva. Para muitas pessoas os resultados foram notáveis. Elas tinham reduzido a frequência cardíaca, a respiração, e os hormônios relacionados ao estresse. Dr. Benson foi ainda capaz de ajudar pessoas que tinham dificuldade em dormir.

Então o Dr. Benson começou a notar algo especialmente interessante. Um certo subgrupo de pacientes beneficiaram-se com a "resposta do relaxamento" mais que outras. Elas tinham ainda melhor saúde, recuperavam-se mais rapidamente. Eram pessoas religiosas, pessoas que disseram ter sentido uma sensação de proximidade com Deus ao fixarem suas mentes em Sua bondade. Pessoas que meditaram no impressionante amor e poder de Deus eram mais saudáveis que aquelas que não o faziam.

Dr. Benson começou a estudar exatamente o que acontecia com essas pessoas quando elas experienciavam esta proximidade com Deus. Cientistas viram por um novo olhar as interligações do cérebro. Eles observaram como diferentes partes do cérebro reagem quando estimuladas. Eles localizaram a sede da experiência religiosa no cérebro, uma pequena estrutura do tamanho de uma amêndoa chamada a amígdala.

O neurocientista Rhwan Joseph concluiu, "A habilidade de ter experiências religiosas tem uma base neurológica". Em outras palavras, nós temos a religião em nossas cabeças.

Dr. Benson coloca isto ainda mais fortemente. Em seu livro Timeless Healing (Cura Eterna) ele escreve, "Nosso código genético foi feito acreditando em uma Infinita Absoluta parte de nossa natureza.". O doutor prossegue para dizer, "Nós somos ligados a Deus.". A Bíblia concorda. O profeta Isaías exclama, "esse povo que formei para mim, para que publicasse o meu louvor." (Isaías 43:21, AA).

Como nossos músculos são programados para o exercitarem-se, e nossos corações desenhados para funcionar eficientemente em uma dieta de pouca gordura, assim, nossos cérebros estão ligados para louvar a Deus. Nossos cérebros são especificamente desenhados para louvar. Quando louvamos a Deus, os impulsos elétricos do cérebro estimulam a produção de substâncias positivas: endorfinas. Estas endorfinas promovem saúde e vida. O Ministério da Saúde [um ministério adventista] estabelece, "Nada tende mais para promover saúde ao corpo e a alma do que um espírito de gratidão e louvor" (p. 251).

Nós somos programados para louvar. Hoje deixe seu coração ser preenchido com a atitude de louvor promotora de vida, produtora de saúde, e estimulante do bem-estar.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

quinta-feira, outubro 15

Sem desculpas

Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza. Jó 42:6.

Uma empresa encontrava-se no meio de uma tensa negociação com líderes sindicais. Oficiais da empresa insistiram que trabalhadores estavam abusando dos privilégios da licença médica. O sindicato negou.

Uma manhã na mesa de negociações o negociador da empresa pegou a página de esportes do jornal local. Ele apontou para uma imagem mostrando um empregado vencendo um torneio de vôlei da cidade. "Este homem", declarou o negociador, "pediu licença ontem. Mas aqui está ele no jornal ao lado da manchete 'excelente pontuação no golf'."

Depois de um momento de silêncio um homem do sindicato falou. "Uau," disse ele, "imagine a pontuação que ele teria feito se não estivesse doente!"

Boa tentativa! Podemos negar — podemos tentar encobrir nossas fraudes ou nosso mau comportamento. Mas isso, geralmente, não nos leva muito longe. Nossos pecados têm um jeito de nos descobrir. O homem sábio é abundantemente claro: "O que encobre as suas transgressões jamais prosperará" (Provérbios 28:13).

Desculpas vazias realmente não fornecem muitas respostas substanciais. Raciocínio superficial é por vezes usado para encobrir os pecados mais grosseiros.

John Wayne Gacy, Jr., foi condenado pelo assassinato de dezenas de crianças em sua casa em Chicago. Ele alegou inocência apesar da descoberta de 27 corpos em um espaço rasteiro debaixo da casa. Como ele respondeu ao encarar a morte por injeção letal? Gacy disse, "Em meu coração, como Deus é minha testemunha, eu não matei ninguém."

"Não fui eu não". "Eu não pude fazer nada". Tais desculpas têm se tornado todas tão comuns nesses dias.

A Escritura chama a atenção para algo muito diferente das desculpas esfarrapadas.

Em uma cultura que frequentemente nega a realidade do certo e do errado, Deus convida para um cara a cara, de joelhos, e coração contrito. Arrependimento é um profundo pesar por pecar. É doloroso porque eu tenho machucado o coração de Deus. É chorar pelos meus pecados porque Deus chora por causa deles. É lamentar-se por meu pecado, porque Deus lamenta-se por ele. É sentir a dor de meu pecado porque Deus têm sentido a dor dele.

Desculpas só produzem mais culpa. Arrependimento leva ao perdão. Perdão dá lugar à cura, e a cura traz plenitude.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

quarta-feira, outubro 14

Perdoem como são perdoados!

Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Efésios 4:32.

Jacquie sentou-se de um lado da sala, os membros do conselho do outro. O abismo entre eles parecia quase impossível de ser transposto.

Jacquie havia crescido na igreja da sua cidade natal, mas os laços foram cortados quando ela deixou seu primeiro marido e casou-se com outro homem. Agora, 20 anos depois, ela desejou o rebatismo. Ela chorava seu arrependimento e pedia perdão.

O silêncio prosseguiu. O conselho conhecia bem a situação dela, a dor que trouxe à congregação. Poderiam eles construir uma ponte no abismo?

Eu sabia que eu tinha que falar. Falei amavelmente, mas diretamente. "Ela sofreu bastante. Não lhe daremos mais nenhuma dor. O conselho de Paulo é para que sejamos bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo. (Efésios 4:32, NVI). Se Deus, em toda Sua perfeição, nos aceita e perdoa, podemos perdoar Jacquie."

Com lábios trêmulos, a voz falhando, ela respondeu. "Eu sei que agi mal," ela disse. "Por anos tenho sentido culpa. Às vezes a culpa quase me deixava louca. Por favor, me aceitem."

Notei uma lágrima no olho do primeiro ancião. Então, percebi que a maioria do conselho da igreja estava chorando. Logo um coro de vozes respondeu em uníssono, "Claro — claro que lhe aceitaremos". Calor, amor, e aceitação preenchiam a sala. Membros do conselho reasseguraram Jacquie do seu amor. Alguns a abraçaram. Outros apertaram sua mão no calor da irmandade cristã.

Voltei-me, reconhecendo mais uma vez que nossa igreja nunca foi mais do que a igreja naquele momento. Aqui era o amor de Deus em ação. Aqui o calvário foi demonstrado na família de Deus.

Como Ele pregado morrendo na cruss Jesus orou, "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lucas 23:34). Perdão é uma atitude de misericórdia para com aqueles que nos têm ofendido. Libera outrem de nossa condenação, pois Cristo nos libertou de Sua condenação. Trata outrem como eles não merecem, pois Cristo nos trata como nós não merecemos. A essência do Cristianismo é perdoar como Cristo perdoa, aceitar como Cristo aceitou, e amar como Cristo amou.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

terça-feira, outubro 13

Bendita Confiança

Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura. Hebreus 10:22.

Um dos grandes hinos cristãos é o bem conhecido "Bendita Confiança". A melodia foi escrita pela Sra. Joseph Knapp. Seu esposo era o presidente da Companhia Metropolitana de Seguro de Vida. Um dia Knapp convidou a produtiva escritora de hinos Fanny Crosby para ir à sua casa. Knapp quis que ela ouvisse uma nova melodia que tinha composto.

Knapp foi até o piano e começou a tocar a melodia. Enquanto tocava, perguntou a Crosby quais pensamentos estavam vindo à sua mente — o que a melodia sugeriu a ela? Crosby respondeu, "Sra. Knapp, seu marido negocia seguro de vida. Meu Pai celestial lida com garantia. Esta melodia me sugere: bendita confiança, Jesus é meu".

A palavra "confiança" significa uma convicção íntima. Confiança é um senso de segurança. Também fala de um senso de posse e aceitação. Em Cristo, somos aceitos como filhos de Deus. Em Cristo, temos a absoluta convicção de que nossa culpa se foi e nossos pecados são perdoados. Em Cristo, temos completa garantia de que o presente da vida eterna é nosso.

O livro de Hebreus revela que como filhos de Deus podemos ter "até ao fim, a plena certeza da esperança" (Hebreus 6:11) e a "plena certeza de fé (Hebreus 10:22). Certamente não é a vontade de Deus que Seus filhos estejam cheios de incerteza. O plano da salvação oferece muito mais do que ansiedade nervosa a respeito da nossa salvação. Deus quer que estejamos cheios de confiança.

Satanás odeia quando um filho de Deus aceita Cristo pela fé e recebe a bendita garantia de perdão, desculpa, e liberdade da culpa. Ellen White escreveu, "Satanás está pronto para levar embora as benditas garantias de Deus. Ele deseja tirar cada vislumbre de esperança e cada raio de luz da alma, mas você não deve permitir que ele faça isso. Não dê ouvidos ao tentador, mas diga, 'Jesus morreu para que eu viva. Ele me ama, e não quer que eu pereça. Eu tenho um Pai celestial compassivo, e embora eu tenha abusado de Seu amor, embora as bênçãos que Ele me deu têm sido desperdiçadas, eu me levantarei, e irei para meu Pai...'" (Steps to Christ [Passos para Cristo], p. 53).

Na parábola do filho pródigo o pai aceitou seu filho de volta em casa. Com o anel-selo de seu pai em seu dedo, o filho errante recebeu absoluta garantia do amor de seu pai. Como o filho pródigo, nós também encontramos amor, aceitação, e perdão no coração do Pai. Que convicção, que segurança, que esperança, quão bendita confiança.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

segunda-feira, outubro 12

Sozinho não mais

Visto que foste precioso aos meus olhos, digno de honra, e eu te amei, darei homens por ti e os povos, pela tua vida. Isaías 43:4.

Clara Anderson era uma empregada doméstica em São Francisco [Califórnia, Estados Unidos]. Ela era uma mulher muito bondosa e muito consciente. Um dia, depois de ter trabalhado para o mesmo patrão por 15 anos, ela desapareceu. Ela parecia só ter saído das vistas. Então, milagrosamente, depois de dias de buscas, o departamento de serviço social da cidade a encontrou.

Clara estava no processo de jejuar até à morte em um esconderijo em uma montanha fora de São Francisco. Ela disse, "Eu quero morrer, deixe-me sozinha". Quando um repórter lhe entrevistou, Clara disse, "Olhe, ninguém se importa comigo. Eu sou só uma empregada, apenas uma de milhares na sociedade fazendo tarefas domésticas. Minha vida não é de valor. Não tenho parentes próximos, nem família, nem amigos. Eu sou tão sozinha que eu não quero viver. Não há ninguém que eu considere chegado a mim, ninguém com quem eu possa conversar, ninguém a quem eu possa abrir o meu coração. Então, só me deixe morrer, porque ninguém realmente se importa".

Há boas notícias todos com uma vida como a de Clara Anderson. Alguém ama você mais do que você poderá perceber. Quando Deus criou você, Ele jogou fora a forma. Não há ninguém mais como você no universo. Quando os genes e cromossomos se unem para formar estrutura biológica única da sua personalidade, Deus fez um você um-de-um-tipo. Você é especial para Ele. Se Ele lhe perder não vai ter jeito de substituir você. Deus olha para você e diz que você é precioso. Você é honrado. Você é amado.

"Ele cuida de cada um como se não houvesse outro na face da terra" (The Desire of Ages [O Desejado de Todas as Nações], p.482).

Nestes dias quando você se sentir sozinho, lembre-se que o Criador do universo ama você com um imenso amor. Nesses momentos da sua vida quando você sente que toda a esperança se foi, lembre-se que o Criador do universo é seu melhor amigo. Ele é comprometido com sua eterna felicidade. Ele está interessado em cada aspecto da sua vida. Ele deseja encher sua vida com um senso de propósito.

Seus planos para sua vida são grandiosos, melhores, e maiores do que você pode imaginar. Escolha hoje sair do seu calabouço escuro de desespero e vir para o luminoso, afetuoso brilho do sol de Seu amor. Simplesmente venha, Ele se importa. Deixe Ele encher seu coração, e lhe alegrar.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

domingo, outubro 11

Não mais inimigos

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Romanos 5:8.

Martin Niemoller, um teólogo alemão protestante, sofreu por meses em uma das prisões de Hitler. Durante seu aprisionamento ele passou dias pensando sobre questões de vida e morte. Ele reavaliou sua vida, meditando no imenso amor de Deus por ele. Calmamente ele orou, "Senhor, eu não posso resistir ao seu amor mais. Eu aceito seu perdão. Acredito que sou seu filho". Niemoller lutou com o pensamento de sua inadequação e culpabilidade. Ele se sentiu sem valor, cheio de pecado, e distante de Deus. Mas em um desprezível campo de concentração ele foi espiritualmente transformado.

Finalmente liberto da prisão, Niemoller fez esta penetrante observação: "Levou um longo tempo para aprender que Deus não é o inimigo de Seus inimigos". O apóstolo Paulo descreve esta verdade maravilhosamente. "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida" (Romanos 5: 8-10).

Quando éramos Seus inimigos, Ele era nosso amigo. Quando demos nossas costas para Ele, Ele virou o rosto para nós. Quando corremos dEle, Ele correu para nós. A glória de Sua graça é que Ele aceita o inaceitável, perdoa o imperdoável e Ele ama o indigno de ser amado. Uma vez que somos perdoados, podemos perdoar. Uma vez que somos amados, podemos ser amorosos.

Este pensamento é magnificamente capturado em Steps to Christ [Passos para Cristo], página 15: "Tamanho amor é sem paralelo. Filhos do Rei celestial! Preciosa promessa! Tema para a mais profunda meditação! O incomparável amor de Deus por um mundo que não O amou! O pensamento tem um poder de vencer a alma e trazer a mente ao cativeiro da vontade de Deus." Este é o evangelho e as boas-novas da graça.

O incondicional, imutável amor de Deus é o tema central da Bíblia. Quando abrimos Sua Palavra, ficamos face a face com Seu amor.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

sábado, outubro 10

As Escrituras Revelam Jesus

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. João 5:39.

Todo livro tem um tema central. O tema central da Bíblia é Jesus Cristo. É a história do mundo perfeito que Ele criou, a rebelião do pecado, as conseqüências da desobediência, e os esforços de um amável Deus desesperado para salvar Seus filhos perdidos. A Bíblia é a história de Jesus envolvendo-se profundamente na arena de eventos humanos para salvar um povo que não poderia salvar a si mesmo. Em um mundo de ego-centrismo, Jesus revelou o amor generoso de Deus. Em um mundo que não O amou, Jesus amou incondicionalmente. "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8).

Tenho visto esta incrível história de amor tocar vidas de milhões ao redor do mundo em nossos encontros evangelísticos do Está Escrito. Durante nossos encontros em Madras, India, uma das instrutoras locais da Bíblia pediu para ser enviada à pior área da cidade — um bairro conhecido pelas suas gangues, ladrões, drogas, e embriaguez. Um dia enquanto ela estava visitando pessoas naquela área, Jesus esteve face a face com o líder da gangue local. O líder da gangue confrontou-a e disse, "Senhora, saia daqui com seu Jesus."

"Jovem", ela respondeu, "Me diga por que você não O ama como eu." O líder da gangue começou a xingar e gritar. Ela ouviu pacientemente. Quando ele se acalmou, ela lhe contou sobre o Jesus que mudou sua vida. O Jesus que encheu o coração dela de amor e alegria e paz. O duro, endurecido líder de gangue começou a chorar. "Senhora, por favor, venha comigo até todos os membros da gangue neste bairro para contar para eles sobre o amor de Jesus também."

O Cristo das Escrituras transformou esse coração de um questionador. Há um amor que flui das páginas das Escrituras que muda nossas vidas também. Não há nada que nós possamos fazer para mudar o amor de Deus por nós. Todos os nossos pecados não o impedirão de nos amar.

A Bíblia nos fala de um amor tão maravilhoso, incrível, tão incomparável, tão inigualável, tão impressionante que, se deixarmos, este amor mudará nossas vidas.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

sexta-feira, outubro 9

Suprimento Para Nossa Necessidade Diária

Lembra-te da promessa que fizeste ao teu servo, na qual me tens feito esperar. O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica. Salmo 119:49, 50.

A Palavra de Deus nos dá a esperança em tempos de desânimo. Dá-nos conforto em tempos de aflição. Transmite vida em horas de desespero.

O pastor Pyoter Rumackik foi prisioneiro em um gulag soviético por sua fé. Ele descobriu que mesmo nas horas mais escuras, Deus dá suprimento para nossas necessidades diárias.

Sua experiência começou quase insuportável quando oficiais da prisão tomaram sua Bíblia. Uns poucos dias depois, um companheiro prisioneiro deu-lhe um caderno e disse, "Aqui, leia este poema." O pastor olhou e não podia acreditar no que via. Era um poema sobre os sofrimentos de Jesus no calvário. Seu espírito flutuava enquando ele lia. Ele começou a folhear as páginas e descobriu poemas mais baseados na escritura e numerosas passagens da Bíblia. Eles preenchiam todo o caderno.

O estrangeiro desconhecido declarou, "É seu, pode ficar", e se foi. Aquele caderno cheio de passagens bíblicas e verdade escritural trouxe a Pyoter grande conforto pelos próximos anos. Ele ajudou a dar-lhe muitos preciosos momentos de comunhão com Deus.

Mais tarde, o pastor cristão descobriu, para sua surpresa, que o prisioneiro que lhe deu o caderno era um ateu. Enquanto trabalhava sozinho como um pregador tarde da noite nas colinas da Mongólia, ele ficou fascinado com programas de rádio cristãos. Eles levantavam seu espírito e proviam inspiração nas noites solitárias. Ele gravava programas e copiava partes nos cadernos para passar o tempo. De algum modo ele permitiu a passagem clandestina de um de seus cadernos na prisão. Ele então sentiu-se inspirado a dá-lo para Pyoter. Para o pastor, este pregador mongol pareceu como os corvos que traziam comida para o profeta Elias no deserto. Deus encontrou um meio de abastecer suas necessidades. Todo o poder dos guardas de gulag não puderam impedir a Palavra de Deus de penetrar em seu coração. As barras de um célula não puderam manter fora a Palavra de Deus. As algemas de uma prisão não puderam prender a Palavra de Deus. A Palavra viva de Deus provê suprimento para nossas necessidades diárias em todas as circunstâncias de nossas vidas.

Ao lermos as preciosas promessas das Escrituras também declararemos, "tua palavra me vivifica".

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

quinta-feira, outubro 8

A Verdade Vale a Pena

Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17.

No início de 1400 um brilhante jovem professor da Universidade de Praga descobriu os escritos do Reformista Inglês John Wycliffe. Ao John Huss debruçar-se sobre as Escrituras, tornou-se pessoalmente convencido de que a igreja em Bohemia precisava urgentemente de uma reforma. Muitos anos após receber ordens do sacerdote ele foi nomeado reitor da Capela de Belém em Praga. Os fundadores desta capela defendiam a pregação das Escrituras na língua do povo. Enbora Huss tenha nascido em berço humilde e ficado órfão de pai muito cedo, ele tinha um insaciável desejo por conhecimento. Ele tinha uma mente excepcionalmente brilhante e excelentes habilidades de comunicação. Ele foi admitido na universidade como um caso de caridade, mas logo distinguiu-se dos demais estudantes da Universidade de Praga.

Depois de completar seu curso universitário, ele entrou para o sacerdócio e logo foi ligado à corte do rei. Também foi feito um professor da universidade onde tinha recebido sua educação. Ele tornou-se um poderoso pregador de renome em toda a Europa. Quando ele começou a pregar que muitas das crenças da igreja não poderiam ser conciliadas com as Escrituras, isso emitiu ondas de choque em toda a igreja na Europa.

Baseando-se apenas na autoridade das Escrituras, ele corajosamente convidava a uma reforma na vida e nas crenças dos membros da igreja. Huss defendia ferrenhamente sua posição de que "os preceitos das Escrituras, transmitidos pela compreensão, devem reger a consciência; em outras palavras, que Deus fala pela Bíblia, e não a igreja pelos sacerdotes, é um guia infalível" (The Great Controversy [O Grande Conflito], p. 102).

A pregação de Huss levou à violenta oposição da Igreja Romana. Em 1415 ele foi queimado na fogueira em Praga, martirizado por sua fé.

Mesmo na morte, John Huss teve a absoluta confiança de que a verdade que ele acreditava, pregava, e estava disposto a morrer um dia triunfaria. Deus está nos chamando em nossos dias para nos apaixonarmos pela obediência à Sua verdade em uma época de decadência moral. Existem algumas coisas que não merecem ser comprometidas. O preço é muito alto.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

quarta-feira, outubro 7

A Palavra que Sustém

Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti. Salmo 119:11.

Dietrich Bonhoeffer foi um corajoso pastor alemão que resistiu ao regime nazista. Ele foi executado pela Gestapo pouco antes de a Segunda Guerra Mundial acabar. Mas antes de sua morte, o pastor Bonhoeffer teve tempo para enviar umas poucas cartas da sua célula de prisão.

Escritos pouco antes de sua execução, estes documentos nos dá uma visão aprofundada da alma de um mártir do século XX. Eles mostram um homem lutando com segurança e confiança na Palavra de Deus.

Depois de uma experiência aterrorizante quando mísseis explodiam quase destruíram sua célula, Bonhoeffer escreveu, "Um forte ataque aéreo repentino... levou-me de volta, naturalmente, à oração e a Bíblia."

Em seus últimos dias, diante da morte certa, Bonhoeffer escreveu sobre o quanto ele gostava das Escrituras. Diariamente a Palavra de Deus alimentou sua vida espiritual. Em uma de suas últimas cartas ele escreveu, "Estou lendo a Bíblia livro após livro, de uma capa à outra." Suas palavras irradiam entusiasmo com a Palavra. Ele acrescentou, "Leio o livro de Salmos todos os dias, como tenho feito por anos. Eu os conheço e os amo mais que qualquer outro livro."

A Bíblia fortaleceu Bonhoeffer para enfrentar a maior provação de sua vida. Ele recebeu força espiritual e indomável coragem da Palavra de Deus. Sua fé foi inabalável porque ele estava firme no Deus que revela-se através de Sua imutável Palavra. Ellen White escreve, "Se a Palavra de Deus fosse estudada como deveria ser, homens [e mulheres] teriam uma amplitude mental, uma nobreza de caráter, e uma estabilidade de objetivos raramente vistos nestes tempos" (Steps to Christ, p.90). A Bíblia provê uma força espiritual incomum. Ela traz profundidade às nossas vidas espirituais.

Dietrich Bonhoeffer descobriu os grandiosos benefícios da oração estudando a Palavra de Deus. Deus nos oferece a mesma oportunidade. Os gigantes espirituais do passado não desenvolveram grande fé por acaso. Suas vidas foram firmadas na Palavra de Deus. Sua fé era forte porque sua vida devocional era forte.

O mesmo é verdade para nós hoje. O mesmo Espírito Santo que inspirou as Escrituras, nos inspira ao lermos a Palavra de Deus. Ao meditarmos na Palavra de Deus hoje, nossa fé será fortalecida também.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

terça-feira, outubro 6

Passando no Teste do Tempo

Seca-se a erva, e cai sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente. Isaías 40:8.

A Palavra de Deus resistiu à prova através dos séculos. Provou-se confiável ao longo do tempo. Achados arqueológicos e descobertas de manuscritos antigos por anos têm irradiado luz sobre a autenticidade da Bíblia.

Em 1798, Napoleão conduziu 38.000 de suas tropas ao Egito. Ele também levou centenas de artistas, linguistas, e estudiosos para ajudá-lo a entender melhor a história daquela terra intrigante. Relíquias do passado estavam por toda parte, com seus mistérios ocultos de uma civilização antes grandiosa. Estranhas inscrições decoravam monumentos e paredes do templo, fazendo Napoleão e seu cérebro imaginarem que mensagens secretas elas continham.

Pedra de Roseta (Museu
Britânico, Londres).
Em 1799 um dos soldados de Napoleão desenterrou uma pedra negra de cerca de 1,18m de comprimento e 77cm de largura que desvendaria o mistério da escrita egípcia e revelaria segredos ocultos por séculos. Aquele bloco, conhecido como a Pedra de Roseta, está agora guardada no Museu Britânico, em Londres, na Inglaterra. A Pedra de Roseta traz um antigo decreto em três linguagens diferentes: hieroglifos (escrita egípcia), egípcio cursivo, e grego. Os estudiosos traduziram rapidamente o texto grego, mas se embaraçaram com os hieroglifos. Vinte anos depois, em 1822, um brilhante jovem egiptologista francês de nome Jean François Chapollion surpreendeu o mundo ao decifrar o antigo código. Com a língua desvendada, estudiosos eram capazes de verificar passagens bíblicas que haviam parecido questionáveis. Eis um exemplo impressionante.

A Bíblia menciona um povo chamado os hititas cerca de cinquenta vezes, discutindo suas relações com Abraão, Davi, e Salomão. Estas referências bíblicas retratam os hititas como um dos mais poderosos dos impérios antigos. Embora em todos os registros históricos antigos não houvesse nem um vestígio deles. Críticos explicam que seria impossível um império tão poderoso desaparecer da história sem deixar um vestígio. Eles sugerem que tal nação nunca existira. Mas então surgiu a Pedra de Roseta. O vasto museu de monumentos e pilares ao longo do Nilo, suas mensagens codificadas em linguagens ocultas por séculos, agora abriu suas portas. Inscrições nestes pilares e paredes do palácio falam repetidamente dos conflitos políticos e militares entre Faraó Ramissés II e o "Rei dos Hititas", ou os hititas. Hoje o lugar dos hititas na história está bem estabelecido.

As alegações da Bíblia são confiáveis. Podemos seguramente confiar na Palavra de Deus para revelar orientação, direções, instrução, fé, e esperança para o futuro. Na mudança dos valores morais do mundo do século XXI, a Palavra de Deus ainda é confiável.

Por Mark Finley, On Solid Ground 2003, RHPA

Saiba mais sobre a Pedra de Roseta aqui ou em HowStuffWorks.