Mostrando postagens com marcador Meditações da mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meditações da mulher. Mostrar todas as postagens
sábado, janeiro 1
sábado, outubro 16
Perto do reino
Vendo Jesus que ele havia respondido sabiamente, declarou-lhe: Não estás longe do reino de Deus. Marcos 12:34.
Muitas vezes, os escribas e fariseus foram repreendidos por Jesus. Mas houve um escriba que Lhe atraiu a simpatia. O escriba havia perguntado a Jesus qual é o principal de todos os mandamentos. E Jesus lhe respondeu que é amar a Deus de todo o coração e ao próximo como a si mesmo (Mc 12:28-31).
O escriba elogiou a resposta de Jesus e a complementou dizendo que amar a Deus de todo o coração e ao próximo como a si mesmo, excede a todos os holocaustos e sacrifícios. Quando o escriba disse isso, Jesus afirmou que ele não estava longe do reino de Deus.
Para Jesus, a religião se resumia em amar a Deus e ao próximo. Ou seja: a única maneira em que alguém pode provar que ama a Deus é demonstrando amor ao próximo. O escriba aceitou esse conceito e acrescentou que tal amor é melhor do que oferecer sacrifícios. Ele ecoou o que o profeta Samuel havia dito muito tempo antes: “Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” (1Sm 15:22).
É provável que Jesus tenha olhado com amor para esse escriba e apelado a ele dizendo: “Você está perto do reino. Por que não dá mais um passo e Me aceita como o Messias, tornando-se um cidadão desse reino?”
Geralmente nos referimos ao reino de Deus como uma instituição a ser estabelecida por ocasião da volta de Jesus. Mas esse é o Reino da glória. Entretanto, Cristo Se referiu mais frequentemente ao Reino da graça, que Ele veio estabelecer aqui, e que não vem “com visível aparência” (Lc 17:20), mas é uma realidade no coração de todos os que nEle creem e se tornam filhos de Deus. Para ser cidadão desse reino é preciso amar.
A escritora Evelyn Underhill estava tendo problemas espirituais, e escreveu ao seu conselheiro espiritual, o Barão Von Huegel. Ele a aconselhou a passar menos tempo em meditação espiritual e a dedicar mais tempo às pessoas, ajudando-as em seus problemas.
Cristóvão Colombo, em uma de suas grandes viagens, viu, um dia, folhas e galhos flutuando no mar. Isto lhe deu a certeza de que ele estava perto do Novo Mundo. Estar perto do Reino de Deus é bom, mas não é suficiente. Podemos ter certeza de que o reino de Deus está em nosso coração quando tratamos os outros com amor.
Do livro "Notas Divinas" da Casa Publicadora Brasileira
quarta-feira, junho 30
Releituras: Oração de Improviso
Há uma canção intitulada “Espaços Escancarados”. É acerca de uma garota que sai para viver por conta própria pela primeira vez, e precisa de “espaço para cometer seus grandes erros”. Sair da Califórnia e me instalar em Oklahoma, na faixa dos 20 anos, foi a minha maneira de encontrar espaços escancarados. Mas, ao me acomodar na minha primeira casa, descobri que me faltavam algumas coisas que um passo como esse requer – uma lavadora e uma secadora, para mencionar duas.
Naquele verão, o pastor Mark Finley, que na época era o orador do programa de televisão Está Escrito, nos levou cada dia a um estudo profundo do livro de Daniel. Um dia, enquanto recontava a história de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, em Daniel 3, ele apontou para os versos 17 e 18. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego disseram a Nabucodonosor: “Nosso Deus é capaz de salvar-nos da fornalha ardente. Todavia, mesmo que Ele não o faça, ainda confiaremos nEle.” Aquela frase ecoou repetidamente na minha cabeça ao longo do dia.
Quando conversei com minha mãe por telefone naquela noite, contei-lhe como me desagradou ter que ir à lavanderia pública a fim de lavar minha roupa. Nós duas falamos sobre como seria legal se eu tivesse minha própria lavadora e secadora em casa. Nossa conversa passou para outras coisas e então se encerrou, momentos depois. Eu estava deitada de bruços no chão da sala e, quando desliguei o telefone, ainda permaneci assim por um momento. Um tanto de improviso, disse a Deus mentalmente: Deus, é claro que eu gostaria de ter minha lavadora e secadora. Mas mesmo que não consiga, ainda assim confiarei em Ti.
No dia seguinte, no trabalho, almocei com uma amiga e colega. Entusiasmada, ela contou que havia acabado de receber sua nova máquina de lavar e a secadora. Estaria eu interessada no seu equipamento antigo?
Olhei para ela e meus olhos começaram a encher-se de lágrimas. “Qual é o problema?” perguntou ela.
Contei-lhe sobre a oração que havia feito de modo tão casual no dia anterior, e nos abraçamos, exultantes, diante da grandeza de Deus e Seu interesse em nossos desejos e necessidades pessoais.
Muito obrigada, Melinda – e muito obrigada, Senhor!
Emily Thomsen
quinta-feira, abril 15
O que toda mulher deve saber
Muitas senhoras consideradas bem educadas, diplomadas com distinção em alguma instituição de ensino, são vergonhosamente ignorantes dos deveres práticos da vida. São destituídas das qualificações necessárias para a devida regulamentação da família e por isso mesmo essencial a sua felicidade. Podem falar da elevada posição da mulher e seus direitos, porém elas mesmas ficam longe de alcançar a verdadeira posição da mulher.
É direito de toda filha de Eva ter conhecimento completo dos deveres domésticos, receber educação em cada departamento do trabalho caseiro. Toda jovem deve ser educada de tal maneira que, se chamada a ocupar a posição de esposa e mãe, possa governar como uma rainha em seu domínio. Deve ela ser plenamente capaz de guiar e instruir os filhos. ...
É seu direito compreender o mecanismo do corpo humano e os princípios de higiene, os assuntos relacionados com o regime alimentar e o vestuário, trabalho e recreação, e outros pormenores sem conta que intimamente dizem respeito ao bem-estar de sua casa. É seu direito obter tal conhecimento dos melhores métodos de tratar as enfermidades que possa cuidar dos filhos quando enfermos, em vez de deixar seus preciosos tesouros nas mãos de enfermeiras e médicos estranhos. Fundamentos da Educação Cristã, pág. 75.
É direito de toda filha de Eva ter conhecimento completo dos deveres domésticos, receber educação em cada departamento do trabalho caseiro. Toda jovem deve ser educada de tal maneira que, se chamada a ocupar a posição de esposa e mãe, possa governar como uma rainha em seu domínio. Deve ela ser plenamente capaz de guiar e instruir os filhos. ...
É seu direito compreender o mecanismo do corpo humano e os princípios de higiene, os assuntos relacionados com o regime alimentar e o vestuário, trabalho e recreação, e outros pormenores sem conta que intimamente dizem respeito ao bem-estar de sua casa. É seu direito obter tal conhecimento dos melhores métodos de tratar as enfermidades que possa cuidar dos filhos quando enfermos, em vez de deixar seus preciosos tesouros nas mãos de enfermeiras e médicos estranhos. Fundamentos da Educação Cristã, pág. 75.
Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, vol. 1, p. 288.
terça-feira, dezembro 15
O Traje de Aniversário
Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará. Tiago 4:10.
Os aniversários costumam ser especiais para nós, principalmente quando já passamos da fase da juventude. É o que acontece comigo! Quando um aniversário se aproxima, presto especial atenção a ele. Ocupo-me com a minha aparência, para garantir que eu esteja diferente. Acho que “diferente” foi o que consegui ser este ano. Meu aniversário caiu numa quarta-feira, e portanto precisei ir à escola. Achei que minha aparência estivesse especial e me senti confiante ao me dirigir aos meus alunos naquele dia.
No início da manhã, recebi um lindo ramalhete de flores, e à tarde a maioria dos alunos já sabia que era meu aniversário e me dava os parabéns. Eu mal podia esperar pela aula com a minha turma preferida. Quando eles entraram, transbordavam de sinceros desejos e comentavam como eu estava bonita. Mas um menino me olhou, realmente intrigado.
– É mesmo o seu aniversário, professora? – perguntou ele, sem mudar de expressão.
– Sim, Jamie – respondi.
Sua declaração seguinte foi um choque. – Mas, professora, isso aí não está bonito. A cor não é bonita. Ela deixa a senhora... – E hesitou, sem terminar a frase, mas torceu o nariz.
A essa altura eu devia estar me sentindo arrasada, mas me diverti. A cor, lógico, era diferente; não era uma que eu já tivesse usado antes, de modo que ele talvez achasse que ela não me favorecia. Fosse qual fosse a razão, meu traje naquele dia não recebeu a aprovação dele. Embora os outros alunos tentassem convencê-lo de que eu estava bonita, Jamie não mudou de idéia.
Eu me diverti com a inocência dele, ao demonstrar de modo claro sua discordância. Sua inocência infantil era óbvia. Não permitiu que ele, por um minuto sequer, considerasse a possibilidade de me ferir os sentimentos, e ele tampouco teve má intenção ao declarar sua opinião contrária.
Cristo disse: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos Céus. Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos Céus” (Mateus 18:3, 4). Precisamos expressar a humildade e a inocência de uma criança e afastar toda perfídia e falta de franqueza em nosso relacionamento com os outros e com Deus. Ele deseja que pessoas autênticas se apresentem diante dEle. Deus pode contar com você e comigo hoje?
No início da manhã, recebi um lindo ramalhete de flores, e à tarde a maioria dos alunos já sabia que era meu aniversário e me dava os parabéns. Eu mal podia esperar pela aula com a minha turma preferida. Quando eles entraram, transbordavam de sinceros desejos e comentavam como eu estava bonita. Mas um menino me olhou, realmente intrigado.
– É mesmo o seu aniversário, professora? – perguntou ele, sem mudar de expressão.
– Sim, Jamie – respondi.
Sua declaração seguinte foi um choque. – Mas, professora, isso aí não está bonito. A cor não é bonita. Ela deixa a senhora... – E hesitou, sem terminar a frase, mas torceu o nariz.
A essa altura eu devia estar me sentindo arrasada, mas me diverti. A cor, lógico, era diferente; não era uma que eu já tivesse usado antes, de modo que ele talvez achasse que ela não me favorecia. Fosse qual fosse a razão, meu traje naquele dia não recebeu a aprovação dele. Embora os outros alunos tentassem convencê-lo de que eu estava bonita, Jamie não mudou de idéia.
Eu me diverti com a inocência dele, ao demonstrar de modo claro sua discordância. Sua inocência infantil era óbvia. Não permitiu que ele, por um minuto sequer, considerasse a possibilidade de me ferir os sentimentos, e ele tampouco teve má intenção ao declarar sua opinião contrária.
Cristo disse: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos Céus. Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos Céus” (Mateus 18:3, 4). Precisamos expressar a humildade e a inocência de uma criança e afastar toda perfídia e falta de franqueza em nosso relacionamento com os outros e com Deus. Ele deseja que pessoas autênticas se apresentem diante dEle. Deus pode contar com você e comigo hoje?
Brenda D. Ottley
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
segunda-feira, dezembro 14
Agradar a Deus
E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo. Mateus 3:17.
Existem pessoas que são conhecidas por procurarem agradar aos outros. Elas não dão a impressão de serem egoístas – estão sempre fazendo algo pelos outros. Mas, às vezes, elas o fazem por razões erradas. Lembro-me de que, quando criança, eu dizia aos meus avós que comprassem presentes de Natal para meus irmãos, e, se sobrasse algum dinheirinho, podiam comprar algo para mim. Eu não me preocupava com coisas materiais, e colocava as necessidades dos outros adiante das minhas.
Já lhe aconteceram coisas que a fizeram indagar se você é boa o suficiente? Dei à luz meu primeiro bebê no dia do meu 16º aniversário, e o pai era 10 anos mais velho. Quando me batizei, foi para agradar minha mãe e meus avós, já que eu sabia que os deixaria felizes, e achei que era esse meu propósito na vida. Quando eu estava com 28 anos, minha avó se preocupou por eu ainda estar solteira. Ela resolveu arranjar uma passagem de avião para um candidato que ela havia escolhido, e a mandou para ele, no Canadá. Casamo-nos três meses depois, ainda virtualmente estranhos, mas cristãos, de qualquer maneira.
Para agradar meu esposo e ter paz, concordei em comprar uma casa que ficava além dos nossos recursos. Esse grande compromisso não me trouxe a paz que eu anelava. Tivemos três filhos, e permaneci naquela situação porque não queria que os filhos crescessem sem um pai, como fora o meu caso. Minha tentativa de agradar foi inútil, e o casamento por fim acabou, dez anos mais tarde.
Ao longo da minha jornada, cheguei a entender que coloquei fé e confiança nas pessoas e coisas erradas. Eu precisava era agradar a Deus, e não às pessoas. Ao refletir sobre meus erros passados, vejo como Deus sempre esteve ao meu alcance, a despeito de mim mesma.
Ele também está à sua disposição. Não importa o que você tenha feito ou negado a si mesma a fim de agradar aos outros, Deus pode ajudá-la a fazer Sua vontade. Deus disse a respeito de Jesus: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo.” Também diz: “Esta é a Minha filha amada, em quem Me comprazo.” Deus Se revelou a mim de muitas maneiras maravilhosas – tudo o que desejo fazer é agradá-Lo.
Já lhe aconteceram coisas que a fizeram indagar se você é boa o suficiente? Dei à luz meu primeiro bebê no dia do meu 16º aniversário, e o pai era 10 anos mais velho. Quando me batizei, foi para agradar minha mãe e meus avós, já que eu sabia que os deixaria felizes, e achei que era esse meu propósito na vida. Quando eu estava com 28 anos, minha avó se preocupou por eu ainda estar solteira. Ela resolveu arranjar uma passagem de avião para um candidato que ela havia escolhido, e a mandou para ele, no Canadá. Casamo-nos três meses depois, ainda virtualmente estranhos, mas cristãos, de qualquer maneira.
Para agradar meu esposo e ter paz, concordei em comprar uma casa que ficava além dos nossos recursos. Esse grande compromisso não me trouxe a paz que eu anelava. Tivemos três filhos, e permaneci naquela situação porque não queria que os filhos crescessem sem um pai, como fora o meu caso. Minha tentativa de agradar foi inútil, e o casamento por fim acabou, dez anos mais tarde.
Ao longo da minha jornada, cheguei a entender que coloquei fé e confiança nas pessoas e coisas erradas. Eu precisava era agradar a Deus, e não às pessoas. Ao refletir sobre meus erros passados, vejo como Deus sempre esteve ao meu alcance, a despeito de mim mesma.
Ele também está à sua disposição. Não importa o que você tenha feito ou negado a si mesma a fim de agradar aos outros, Deus pode ajudá-la a fazer Sua vontade. Deus disse a respeito de Jesus: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo.” Também diz: “Esta é a Minha filha amada, em quem Me comprazo.” Deus Se revelou a mim de muitas maneiras maravilhosas – tudo o que desejo fazer é agradá-Lo.
Sharon Long Brown
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
domingo, dezembro 13
O Elemento de Suspense
Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos. Romanos 8:25.
Todos os dias da semana vou até a caixa de correspondência, carregada com um elemento de suspense, pensando: O que haverá na caixa hoje? Vou receber alguma carta? Ou só vou achar contas e propagandas indesejadas? O mesmo tipo de suspense me leva a verificar os e-mails no computador. Talvez seja um sentimento compartilhado por outras mulheres. Há muito conforto em pertencer a alguém – família, amigos ou conhecidos. E a esperança de comunicação com eles é eterna.
Eu havia recebido muitas cartas e cartões lindos na época do Natal, mas o dia do Natal chegou e se foi, sem um sinal do meu filho e sua esposa, que moram em outro estado. Eu me sentia abatida, mas sabia que eles andavam muito ocupados, de modo que disse para mim mesma que aguardasse com paciência; eles sempre mandam alguma coisa. Até esperei o caminhão de entregas que havia vindo no ano anterior, com uma caixa contendo presentes. Mas o dia terminou – e nada.
Dois dias depois do Natal, chegou um lindo cartão deles, e dentro havia um vale-presente para ser usado numa loja bem conhecida. Era um valor considerável, e fiquei emocionada e ansiosa para usá-lo! Mas, primeiro, expressei-lhes meu agradecimento, prometendo contar o que eu adquiriria com seu generoso presente. E, mais tarde, fiz exatamente isso. A espera e o suspense valeram a pena! Eu não havia sido esquecida.
E pensei na carta do meu Salvador. Posso lê-la repetidamente, descobrir mais verdades a cada vez, assim como se fosse um vale-presente de valor ilimitado. Leio diariamente Sua Palavra, ansiosa por conhecê-Lo melhor; e sou constantemente abençoada. O suspense de Sua breve volta me emociona o coração. É verdadeiramente a bem-aventurada esperança, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus... Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2 Pedro 3:12, 13).
Se aguardo aquele dia com a mesma ansiedade com que vou à caixa de correspondência, tenho certeza de que meu suspense será recompensado além do que posso imaginar. Quero ouvi-Lo chamar meu nome e dizer: “Bem está”. A espera valerá a pena.
Eu havia recebido muitas cartas e cartões lindos na época do Natal, mas o dia do Natal chegou e se foi, sem um sinal do meu filho e sua esposa, que moram em outro estado. Eu me sentia abatida, mas sabia que eles andavam muito ocupados, de modo que disse para mim mesma que aguardasse com paciência; eles sempre mandam alguma coisa. Até esperei o caminhão de entregas que havia vindo no ano anterior, com uma caixa contendo presentes. Mas o dia terminou – e nada.
Dois dias depois do Natal, chegou um lindo cartão deles, e dentro havia um vale-presente para ser usado numa loja bem conhecida. Era um valor considerável, e fiquei emocionada e ansiosa para usá-lo! Mas, primeiro, expressei-lhes meu agradecimento, prometendo contar o que eu adquiriria com seu generoso presente. E, mais tarde, fiz exatamente isso. A espera e o suspense valeram a pena! Eu não havia sido esquecida.
E pensei na carta do meu Salvador. Posso lê-la repetidamente, descobrir mais verdades a cada vez, assim como se fosse um vale-presente de valor ilimitado. Leio diariamente Sua Palavra, ansiosa por conhecê-Lo melhor; e sou constantemente abençoada. O suspense de Sua breve volta me emociona o coração. É verdadeiramente a bem-aventurada esperança, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus... Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2 Pedro 3:12, 13).
Se aguardo aquele dia com a mesma ansiedade com que vou à caixa de correspondência, tenho certeza de que meu suspense será recompensado além do que posso imaginar. Quero ouvi-Lo chamar meu nome e dizer: “Bem está”. A espera valerá a pena.
Bessie Siemens Lobsien
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
sábado, dezembro 12
A Vontade de Deus
Seja feita a Tua vontade. Mateus 6:10, NVI.
Duas semanas antes do Natal de 2001, por fim, mudamo-nos para nossa casa depois de esperar 14 meses. Quando nos mudamos de Cheltenham para Londres, imaginamos que comprar uma casa seria fácil. Estávamos resignados a adquirir uma casa pequena, sem garagem, sem jardim, sem um escritório para mim e sem quartos separados para nossas filhas, já que Londres é uma região cara no que diz respeito a aquisição de propriedade.
Nada, porém, acontecia da maneira como havíamos planejado. Acabamos alugando um pequeno apartamento, sem nada que fosse nosso, a não ser os computadores, um arquivo, uma estante de livros e uma mala com roupas para cada um. Todo o restante foi para um depósito.
Independentemente do que fizéssemos, não conseguíamos comprar uma casa. Assinamos contratos para três casas, começamos os procedimentos de contrato para outras duas, e olhamos tantas casas que os agentes imobiliários nos reconheciam prontamente toda vez que os procurávamos. Por que Deus não nos ajudava? Ele sabia que precisávamos de uma casa. Meu esposo e eu estávamos achando difícil exercer plenamente o ministério em nossa igreja, e nossas filhas ansiavam por um local que realmente pudessem chamar de lar. Estávamos confusos. Por que Deus não nos respondia às orações?
Durante esse tempo todo, orávamos para que se fizesse a vontade de Deus, embora, secretamente, eu esperava que Deus encontrasse uma casa para nós numa determinada área. Quando perdemos a última casa, em outubro, para mim foi a gota d’água. Eu disse a Deus que agora O deixaria à vontade para escolher nossa casa, no lugar que Ele achasse por bem.
Deus respondeu imediatamente a essa oração. Adivinha uma coisa? Estamos morando no exato lugar onde nunca pensei em viver. Estamos morando na propriedade na qual eu nunca pretendi morar, mas estou feliz! A casa é muito melhor do que qualquer coisa que havíamos olhado anteriormente. Também tem todas aquelas coisas às quais havíamos planejado reununciar – jardim, garagem, um escritório grande o suficiente para meu esposo e para mim, quartos separados para nossas filhas e uma sala suficientemente grande para receber membros da igreja para o almoço.
Não tenha medo de pedir que a vontade de Deus se faça na sua vida. Você se poupará de muita aflição, se o fizer. Pode também descobrir que Deus sabe exatamente de que você precisa para ser feliz!
Nada, porém, acontecia da maneira como havíamos planejado. Acabamos alugando um pequeno apartamento, sem nada que fosse nosso, a não ser os computadores, um arquivo, uma estante de livros e uma mala com roupas para cada um. Todo o restante foi para um depósito.
Independentemente do que fizéssemos, não conseguíamos comprar uma casa. Assinamos contratos para três casas, começamos os procedimentos de contrato para outras duas, e olhamos tantas casas que os agentes imobiliários nos reconheciam prontamente toda vez que os procurávamos. Por que Deus não nos ajudava? Ele sabia que precisávamos de uma casa. Meu esposo e eu estávamos achando difícil exercer plenamente o ministério em nossa igreja, e nossas filhas ansiavam por um local que realmente pudessem chamar de lar. Estávamos confusos. Por que Deus não nos respondia às orações?
Durante esse tempo todo, orávamos para que se fizesse a vontade de Deus, embora, secretamente, eu esperava que Deus encontrasse uma casa para nós numa determinada área. Quando perdemos a última casa, em outubro, para mim foi a gota d’água. Eu disse a Deus que agora O deixaria à vontade para escolher nossa casa, no lugar que Ele achasse por bem.
Deus respondeu imediatamente a essa oração. Adivinha uma coisa? Estamos morando no exato lugar onde nunca pensei em viver. Estamos morando na propriedade na qual eu nunca pretendi morar, mas estou feliz! A casa é muito melhor do que qualquer coisa que havíamos olhado anteriormente. Também tem todas aquelas coisas às quais havíamos planejado reununciar – jardim, garagem, um escritório grande o suficiente para meu esposo e para mim, quartos separados para nossas filhas e uma sala suficientemente grande para receber membros da igreja para o almoço.
Não tenha medo de pedir que a vontade de Deus se faça na sua vida. Você se poupará de muita aflição, se o fizer. Pode também descobrir que Deus sabe exatamente de que você precisa para ser feliz!
Mary Barrett
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
quinta-feira, dezembro 10
O Prêmio da Leoa
Como são maravilhosas as coisas boas que guardas para aqueles que Te temem! Todos podem ver como Tu és bom e como proteges os que confiam em Ti. Salmo 31:19, NTLH.
Chegou no meio da correspondência, numa manhã de dezembro, um cartão no qual havia sido pintada uma leoa lustrosa, contra um cenário verde. Curiosa, abri o cartão e li: “Querida Dra. Greene: Neste momento, estou sobrevoando a China a 10.000 metros de altura, a caminho de Hong Kong. Haveria um momento melhor para escrever uma palavra de reconhecimento a uma das minhas administradoras mais estimadas de todos os tempos? Este cartão é um prêmio concedido apenas às pessoas que me revelaram uma força que, tenho certeza, vem de Jesus Cristo, o Leão da tribo de Judá.”
Sorri, enquanto minha fama transbordava daquela página. “Este prêmio não vai acompanhado de placa, certificado de honra ao mérito ou dinheiro. Tudo o que receberá é a consciência de ter sido fonte de luz para uma pessoa em densas trevas.”
Há uma palavra que nós, conselheiros, usamos com freqüência: metapercepção. Traduzida livremente, significa a percepção que temos da percepção que os outros têm de nós. Em outras palavras, aquilo que achamos que os outros pensam de nós. Ironicamente, eu não havia realmente pensado em como os outros me vêem, mas aquele cartão me fez pensar.
O prêmio da leoa acionou a lembrança de numerosos outros prêmios, ou, talvez, minha consciência foi despertada quanto às homenagens. Primeiro, foi a de Ex-Aluna Honorária do Ano, de um colégio no qual eu havia trabalhado. Depois, veio o prêmio para uma Dissertação Notável, para um trabalho que eu havia apreciado desenvolver. Mas uma das homenagens que mais apreciei veio por e-mail, de uma ex-aluna que agora reside no Vietnã. Ela estava escrevendo, dizia, em nome das moças a quem eu havia lecionado.
Suas palavras emolduraram o trabalho da minha vida – passado e presente – com uma linguagem poética simples: “Obrigada por ter-nos mostrado que podemos ser mulheres objetivas, bem-vestidas, que causam impacto sem parecerem um trator.”
Mal posso esperar para chegar ao Céu, a fim de que o Leão da tribo de Judá me conceda Seu prêmio, porque Ele me ajudou a exibir a única coisa importante. E quanto a você?
Sorri, enquanto minha fama transbordava daquela página. “Este prêmio não vai acompanhado de placa, certificado de honra ao mérito ou dinheiro. Tudo o que receberá é a consciência de ter sido fonte de luz para uma pessoa em densas trevas.”
Há uma palavra que nós, conselheiros, usamos com freqüência: metapercepção. Traduzida livremente, significa a percepção que temos da percepção que os outros têm de nós. Em outras palavras, aquilo que achamos que os outros pensam de nós. Ironicamente, eu não havia realmente pensado em como os outros me vêem, mas aquele cartão me fez pensar.
O prêmio da leoa acionou a lembrança de numerosos outros prêmios, ou, talvez, minha consciência foi despertada quanto às homenagens. Primeiro, foi a de Ex-Aluna Honorária do Ano, de um colégio no qual eu havia trabalhado. Depois, veio o prêmio para uma Dissertação Notável, para um trabalho que eu havia apreciado desenvolver. Mas uma das homenagens que mais apreciei veio por e-mail, de uma ex-aluna que agora reside no Vietnã. Ela estava escrevendo, dizia, em nome das moças a quem eu havia lecionado.
Suas palavras emolduraram o trabalho da minha vida – passado e presente – com uma linguagem poética simples: “Obrigada por ter-nos mostrado que podemos ser mulheres objetivas, bem-vestidas, que causam impacto sem parecerem um trator.”
Mal posso esperar para chegar ao Céu, a fim de que o Leão da tribo de Judá me conceda Seu prêmio, porque Ele me ajudou a exibir a única coisa importante. E quanto a você?
Glenda-Mae Greene
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
quarta-feira, dezembro 9
O Pronto-Socorro da Oração
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Salmo 46:1.
Quando enfrentamos turbulência no ar, ansiamos por terra firme. Quando passamos por uma tormenta no mar, nosso desejo é alcançar a terra seca. Mas, quando o chão firme é sacudido, ansiamos pelo Céu, porque não há lugar neste mundo que seja seguro. O único lugar seguro está nos braços de Jesus. Muitas vezes, Deus acalmou as tempestades da minha vida, mas outras vezes Ele deixou que a tormenta rugisse ao meu redor e me acalmou o coração.
O dia havia sido agradável. Estávamos todos à vontade, num lugar aconchegante em meio à natureza. Perto do final da tarde, decidi fazer uma caminhada. Quando voltei para casa, fiquei sabendo que meu filho, Wilson, havia sofrido um acidente numa porta de vidro. Os cortes nas suas mãos e braços foram tão graves e profundos que ele foi levado imediatamente à emergência.
Tomei a decisão mais difícil da minha vida e resolvi ficar em casa naquela noite, no meu “pronto-socorro da oração”, em vez de correr para o hospital. Foi a mais longa e angustiosa noite que já passei, implorando a Deus pela vida de Wilson. “Ele é apenas um menininho, e quero tanto assistir ao seu batismo!” Muitas coisas passaram pela minha mente, muitas incertezas. Passei a noite inteira em oração.
Meu amigo Jesus me secou as lágrimas e confortou meu coração ferido. Na manhã seguinte, assim que rompeu o dia, fui ver meu filho no hospital. As enfermeiras estavam trocando as ataduras. Ele havia passado por uma cirurgia de emergência, mas o médico não garantia que ele recuperasse o movimento da mão. Eu, contudo, cria que Deus havia operado um milagre durante aquela noite de oração.
Quatorze dias mais tarde, 54 pontos já haviam sido retirados das feridas, Wilson voltara para a escola e já estava escrevendo! Três meses depois, descobri a prova de que Deus o havia curado completamente, quando o encontrei jogando e arremessando pesos no quintal de casa.
Grande alegria me tocou o coração quando, 40 dias após o acidente, Wilson e seu melhor amigo se batizaram na pequena igreja de nossa fazenda.
Nosso Deus é o Deus do impossível. Creio no miraculoso poder da oração.
O dia havia sido agradável. Estávamos todos à vontade, num lugar aconchegante em meio à natureza. Perto do final da tarde, decidi fazer uma caminhada. Quando voltei para casa, fiquei sabendo que meu filho, Wilson, havia sofrido um acidente numa porta de vidro. Os cortes nas suas mãos e braços foram tão graves e profundos que ele foi levado imediatamente à emergência.
Tomei a decisão mais difícil da minha vida e resolvi ficar em casa naquela noite, no meu “pronto-socorro da oração”, em vez de correr para o hospital. Foi a mais longa e angustiosa noite que já passei, implorando a Deus pela vida de Wilson. “Ele é apenas um menininho, e quero tanto assistir ao seu batismo!” Muitas coisas passaram pela minha mente, muitas incertezas. Passei a noite inteira em oração.
Meu amigo Jesus me secou as lágrimas e confortou meu coração ferido. Na manhã seguinte, assim que rompeu o dia, fui ver meu filho no hospital. As enfermeiras estavam trocando as ataduras. Ele havia passado por uma cirurgia de emergência, mas o médico não garantia que ele recuperasse o movimento da mão. Eu, contudo, cria que Deus havia operado um milagre durante aquela noite de oração.
Quatorze dias mais tarde, 54 pontos já haviam sido retirados das feridas, Wilson voltara para a escola e já estava escrevendo! Três meses depois, descobri a prova de que Deus o havia curado completamente, quando o encontrei jogando e arremessando pesos no quintal de casa.
Grande alegria me tocou o coração quando, 40 dias após o acidente, Wilson e seu melhor amigo se batizaram na pequena igreja de nossa fazenda.
Nosso Deus é o Deus do impossível. Creio no miraculoso poder da oração.
Jana Teixeira Arsego
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
terça-feira, dezembro 8
Mensalidade Escolar
E o meu Deus, segundo a Sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades. Filipenses 4:19.
Era a primeira semana de dezembro. Lá fora havia geada, e meu coração estava igualmente gélido. Minhas economias se haviam esgotado e vivíamos de semana em semana com meu magro salário. Eu me havia separado de um marido violento, e agora meus dois meninos e eu passávamos necessidade. Eu simplesmente não tinha dinheiro para pagar a mensalidade escolar do meu filho naquele mês de dezembro.
Meu filho mais novo freqüentava uma escola fundamental cristã, enquanto o mais velho estudava na escola pública de ensino médio. Expliquei a situação financeira ao meu filho caçula, preparando-o para uma transferência de escola. Ele não aceitou muito bem a notícia, porque não gostava da escola pública. Sugeri que orássemos a respeito, mas não abriguei muitas esperanças.
Relatei a situação ao diretor da escola e à professora da turma do meu filho. Também dei a informação à tesouraria da escola. Os professores e eu discutimos alternativas para obter auxílio financeiro. Consultei as fontes que havíamos discutido, mas todas as portas se fecharam.
A professora da quinta série sugeriu que continuássemos orando. Um dia, meu filho mais velho notou que eu ainda estava preocupada e disse: “Mamãe, por que a senhora se preocupa, quando pode orar? Não é disso que trata o cristianismo?” Isso me fortaleceu e me incentivou a orar mais e a ter maior fé em Deus.
Justamente antes do recesso de Natal, o telefone tocou. Era a tesoureira da escola, que disse: “Suas orações foram atendidas! As mensalidades do seu menino foram pagas até o fim do ano letivo.” Fiquei em estado de choque, enquanto louvava e agradecia a Deus. Perguntei quem havia sido tão generoso. Ela me contou que um homem de outra igreja possuía algum dinheiro sobrando e decidira doá-lo para uma criança necessitada que estivesse recebendo educação cristã.
O doador pagou as mensalidades pelo restante do ano letivo. Meus filhos e eu experimentamos o poder de Deus através da oração. Mandei um cartão de agradecimento ao doador anônimo, e oro para que ele prospere sob as bênçãos divinas, a fim de abençoar muitos outros filhos de Deus que enfrentam necessidade.
Meu filho mais novo freqüentava uma escola fundamental cristã, enquanto o mais velho estudava na escola pública de ensino médio. Expliquei a situação financeira ao meu filho caçula, preparando-o para uma transferência de escola. Ele não aceitou muito bem a notícia, porque não gostava da escola pública. Sugeri que orássemos a respeito, mas não abriguei muitas esperanças.
Relatei a situação ao diretor da escola e à professora da turma do meu filho. Também dei a informação à tesouraria da escola. Os professores e eu discutimos alternativas para obter auxílio financeiro. Consultei as fontes que havíamos discutido, mas todas as portas se fecharam.
A professora da quinta série sugeriu que continuássemos orando. Um dia, meu filho mais velho notou que eu ainda estava preocupada e disse: “Mamãe, por que a senhora se preocupa, quando pode orar? Não é disso que trata o cristianismo?” Isso me fortaleceu e me incentivou a orar mais e a ter maior fé em Deus.
Justamente antes do recesso de Natal, o telefone tocou. Era a tesoureira da escola, que disse: “Suas orações foram atendidas! As mensalidades do seu menino foram pagas até o fim do ano letivo.” Fiquei em estado de choque, enquanto louvava e agradecia a Deus. Perguntei quem havia sido tão generoso. Ela me contou que um homem de outra igreja possuía algum dinheiro sobrando e decidira doá-lo para uma criança necessitada que estivesse recebendo educação cristã.
O doador pagou as mensalidades pelo restante do ano letivo. Meus filhos e eu experimentamos o poder de Deus através da oração. Mandei um cartão de agradecimento ao doador anônimo, e oro para que ele prospere sob as bênçãos divinas, a fim de abençoar muitos outros filhos de Deus que enfrentam necessidade.
Marvet Furze
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
segunda-feira, dezembro 7
Nellie Clara
Em toda aquela terra não se acharam mulheres tão formosas como as filhas de Jó; e seu pai lhes deu herança entre seus irmãos. Jó 42:15.
Nellie Clara nasceu no dia 7 de dezembro de 1907. Foi um bebê-surpresa — já havia cinco irmãs mais velhas e um irmão — mas Nellie foi bem-recebida no seio de uma família amorosa e batalhadora.
A vida nem sempre era fácil. A mãe de Nellie assistira a reuniões evangelísticas e havia entregado o coração ao Senhor. Nellie também se dedicou ao Senhor. A decisão causou dificuldades entre sua mãe e seu pai. Logo depois, Nellie e sua mãe foram morar num puxadinho atrás da casa do pai dela. A mãe foi fiel ao longo dos anos, não apenas cuidando do seu esposo, como também fiel ao voto que fizera, de seguir a Jesus. Trabalhava arduamente, lavando roupa, a fim de ajudar no sustento da casa. Nellie andava oito quilômetros até a escola, na cidade. Recolhia carvão ao longo dos trilhos, no caminho de volta, para ajudar a aquecer sua “casinha”. Em meio a tudo isso, a mãe mostrava como ter um espírito cristão amorável e positivo, por seu exemplo. Nellie aprendeu com sua mãe a amar ao Senhor e permitir que Ele a conduzisse na vida.
Nellie cresceu amando o Senhor e aceitando Suas orientações. Ela estudou e se tornou enfermeira, junto com a melhor amiga, Morene. Conheceu Ludwell, o homem que se tornaria seu companheiro na vida.
Tanto Nellie quanto Ludwell trabalharam muitos anos no campo da medicina. Ela o apoiou na sua decisão de tornar-me médico. Quando ele se formou, abriram uma clínica no Novo México. Nellie se “aposentou” após 18 anos como enfermeira. A aposentadoria durou três breves anos, porque adotaram um filho, John, e depois uma filha, Mary. E Nellie se viu “trabalhando” de novo.
Ao longo do caminho, Nellie permitiu que o Senhor a guiasse. Houve alegrias e tristezas, riso e lágrimas, e uma querida netinha chamada Emily. Uma de suas maiores alegrias foi encontrar esta anotação na Bíblia do seu pai: “Nellie Clara, nascida no sábado, dia 7 de dezembro de 1907.” Foi a confirmação de que seu pai havia entregado o coração ao Senhor.
Após uma jornada de 85 anos, Nellie dormiu em Jesus e agora espera o Seu chamado. Nellie Clara é minha mãe. Sou eternamente grata ao exemplo dela e de minha avó Ellen, ao permitirem que o Senhor as guiasse.
A vida nem sempre era fácil. A mãe de Nellie assistira a reuniões evangelísticas e havia entregado o coração ao Senhor. Nellie também se dedicou ao Senhor. A decisão causou dificuldades entre sua mãe e seu pai. Logo depois, Nellie e sua mãe foram morar num puxadinho atrás da casa do pai dela. A mãe foi fiel ao longo dos anos, não apenas cuidando do seu esposo, como também fiel ao voto que fizera, de seguir a Jesus. Trabalhava arduamente, lavando roupa, a fim de ajudar no sustento da casa. Nellie andava oito quilômetros até a escola, na cidade. Recolhia carvão ao longo dos trilhos, no caminho de volta, para ajudar a aquecer sua “casinha”. Em meio a tudo isso, a mãe mostrava como ter um espírito cristão amorável e positivo, por seu exemplo. Nellie aprendeu com sua mãe a amar ao Senhor e permitir que Ele a conduzisse na vida.
Nellie cresceu amando o Senhor e aceitando Suas orientações. Ela estudou e se tornou enfermeira, junto com a melhor amiga, Morene. Conheceu Ludwell, o homem que se tornaria seu companheiro na vida.
Tanto Nellie quanto Ludwell trabalharam muitos anos no campo da medicina. Ela o apoiou na sua decisão de tornar-me médico. Quando ele se formou, abriram uma clínica no Novo México. Nellie se “aposentou” após 18 anos como enfermeira. A aposentadoria durou três breves anos, porque adotaram um filho, John, e depois uma filha, Mary. E Nellie se viu “trabalhando” de novo.
Ao longo do caminho, Nellie permitiu que o Senhor a guiasse. Houve alegrias e tristezas, riso e lágrimas, e uma querida netinha chamada Emily. Uma de suas maiores alegrias foi encontrar esta anotação na Bíblia do seu pai: “Nellie Clara, nascida no sábado, dia 7 de dezembro de 1907.” Foi a confirmação de que seu pai havia entregado o coração ao Senhor.
Após uma jornada de 85 anos, Nellie dormiu em Jesus e agora espera o Seu chamado. Nellie Clara é minha mãe. Sou eternamente grata ao exemplo dela e de minha avó Ellen, ao permitirem que o Senhor as guiasse.
Mary E. Dunkin
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
domingo, dezembro 6
Esperar
Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam. Isaías 40:31.
Sempre fui uma pessoa temente a Deus, e tinha certeza de que Ele me dirigia. Meus relacionamentos com o sexo oposto, contudo, simplesmente fracassavam, não importava o quanto eu tentasse.
Eu me cansei e decepcionei realmente, e decidi ter uma conversinha com Deus. Querido Deus, se é da Tua vontade que eu fique solteira e Te sirva melhor, que assim seja. Se não é esse o Teu plano para a minha vida, então, por favor, providencia alguém. Assim terminou uma oração certa noite, antes de me recolher.
Na semana seguinte, no entardecer da sexta-feira, depois de eu ter feito minha devoção vespertina, fiquei um pouco mais de tempo ajoelhada devido à fadiga que sentia após a doida carga de trabalho no escritório. Então, uma energia desconhecida me fez levantar e ir ao computador.
“Estou cansada demais para isso hoje”, argumentei.
Hesitei um pouco, mas por fim perdi a batalha e me sentei à mesa do computador. Entrei numa das minhas preferidas salas cristãs de bate-papo na internet e prestei atenção aos tópicos que estavam sendo discutidos. Não demorou para que eu começasse a fazer perguntas para alguém, alguém que – nunca imaginei – seria meu marido hoje. Aprendi que as orações nem sempre são atendidas da maneira como esperamos. Esse bondoso homem, que se esforçou por responder às minhas perguntas da melhor maneira possível com base na Palavra de Deus, perguntou se eu gostaria de ser sua companheira de oração. Concordei, e temos sido companheiros de oração até hoje.
Grandes massas de água nos separavam, mas por fim resolvemos conhecer-nos. A resposta à minha oração daquela noite solitária me seguiu até o Caribe. Ele visitou minha família duas vezes. Também sabíamos que ele estava fugindo do clima frio da sua terra. (Você não faria o mesmo?)
Lembro-me constantemente do texto de hoje. Eu não pedi, apenas, mas aprendi a esperar também. Hoje somos um casal feliz.
Senhor, continua a cumprir Tua vontade na nossa vida. Sei que ouves e atendes as orações. O princípio importante para nós é ouvir, e depois seguir Tua direção.
Eu me cansei e decepcionei realmente, e decidi ter uma conversinha com Deus. Querido Deus, se é da Tua vontade que eu fique solteira e Te sirva melhor, que assim seja. Se não é esse o Teu plano para a minha vida, então, por favor, providencia alguém. Assim terminou uma oração certa noite, antes de me recolher.
Na semana seguinte, no entardecer da sexta-feira, depois de eu ter feito minha devoção vespertina, fiquei um pouco mais de tempo ajoelhada devido à fadiga que sentia após a doida carga de trabalho no escritório. Então, uma energia desconhecida me fez levantar e ir ao computador.
“Estou cansada demais para isso hoje”, argumentei.
Hesitei um pouco, mas por fim perdi a batalha e me sentei à mesa do computador. Entrei numa das minhas preferidas salas cristãs de bate-papo na internet e prestei atenção aos tópicos que estavam sendo discutidos. Não demorou para que eu começasse a fazer perguntas para alguém, alguém que – nunca imaginei – seria meu marido hoje. Aprendi que as orações nem sempre são atendidas da maneira como esperamos. Esse bondoso homem, que se esforçou por responder às minhas perguntas da melhor maneira possível com base na Palavra de Deus, perguntou se eu gostaria de ser sua companheira de oração. Concordei, e temos sido companheiros de oração até hoje.
Grandes massas de água nos separavam, mas por fim resolvemos conhecer-nos. A resposta à minha oração daquela noite solitária me seguiu até o Caribe. Ele visitou minha família duas vezes. Também sabíamos que ele estava fugindo do clima frio da sua terra. (Você não faria o mesmo?)
Lembro-me constantemente do texto de hoje. Eu não pedi, apenas, mas aprendi a esperar também. Hoje somos um casal feliz.
Senhor, continua a cumprir Tua vontade na nossa vida. Sei que ouves e atendes as orações. O princípio importante para nós é ouvir, e depois seguir Tua direção.
Mathelda Jeffrey
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
sábado, dezembro 5
Irmã, Irmã
Dize, pois, que és minha irmã, para que me considerem por amor de ti e, por tua causa, me conservem a vida. Gênesis 12:13.
Você já pediu alguma coisa a Deus e depois ficou impaciente para receber Sua dádiva, ou não percebeu que Deus já respondera? Muitas vezes pedi a Deus uma irmã com idade próxima à minha, alguém com quem brincar, conversar e dividir momentos especiais. Por muitos anos, senti que minhas orações não eram atendidas, ou que Deus me havia abandonado. Esse sentimento de solidão começou bem cedo.
Sou a mais nova de sete irmãos. Meus pais, que já dormem no Senhor, divorciaram-se quando eu era bem pequena. Meu pai se casou novamente e estabeleceu outra família, com “outras crianças”. Sendo a caçula numa casa em que a mãe trabalhava e onde irmãos e irmãs eram ativos, eu me sentia isolada e só. Conseqüentemente, eu me distraía sozinha jogando ou então lendo para meus amigos imaginários. Experimentei muita amargura e ressentimento, porque meu pai dedicava mais do seu tempo à “outra família” do que a mim. Quando você é jovem, forma suas opiniões com base nas opiniões e sentimentos que ouviu de outros, próximos a você. Felizmente, meu crescimento espiritual me permitiu superar muitas das emoções negativas.
Assistindo a funerais de membros da família ao longo dos últimos anos, tive a oportunidade de falar com minhas “outras irmãs”. Percebi que sentia uma intimidade como nunca havia experimentado antes na vida. Eu havia perdido duas irmãs – e ganhado quatro, que estavam ali o tempo todo, mas a quem eu não apreciava por causa das minhas emoções. Pensei em todos aqueles anos desperdiçados com ressentimento, frustração e solidão. Comecei a aceitar as bênçãos que estivera perdendo.
Depois de tornar-me adulta e aprender mais acerca do Senhor, a animosidade e a antipatia contra as “outras crianças” desapareceram. Minha vida é mais completa, e meu amor pela família cresceu tremendamente. Minha mãe me ensinou acerca do nosso Pai no Céu e Seu amor incondicional, perene. Também aprendi acerca das riquezas do meu Pai; seja o que for que esteja faltando, tudo o que tenho a fazer é pedir em Seu nome e crer. Às vezes, é só dar tempo ao tempo e deixar que Deus opere.
Sou a mais nova de sete irmãos. Meus pais, que já dormem no Senhor, divorciaram-se quando eu era bem pequena. Meu pai se casou novamente e estabeleceu outra família, com “outras crianças”. Sendo a caçula numa casa em que a mãe trabalhava e onde irmãos e irmãs eram ativos, eu me sentia isolada e só. Conseqüentemente, eu me distraía sozinha jogando ou então lendo para meus amigos imaginários. Experimentei muita amargura e ressentimento, porque meu pai dedicava mais do seu tempo à “outra família” do que a mim. Quando você é jovem, forma suas opiniões com base nas opiniões e sentimentos que ouviu de outros, próximos a você. Felizmente, meu crescimento espiritual me permitiu superar muitas das emoções negativas.
Assistindo a funerais de membros da família ao longo dos últimos anos, tive a oportunidade de falar com minhas “outras irmãs”. Percebi que sentia uma intimidade como nunca havia experimentado antes na vida. Eu havia perdido duas irmãs – e ganhado quatro, que estavam ali o tempo todo, mas a quem eu não apreciava por causa das minhas emoções. Pensei em todos aqueles anos desperdiçados com ressentimento, frustração e solidão. Comecei a aceitar as bênçãos que estivera perdendo.
Depois de tornar-me adulta e aprender mais acerca do Senhor, a animosidade e a antipatia contra as “outras crianças” desapareceram. Minha vida é mais completa, e meu amor pela família cresceu tremendamente. Minha mãe me ensinou acerca do nosso Pai no Céu e Seu amor incondicional, perene. Também aprendi acerca das riquezas do meu Pai; seja o que for que esteja faltando, tudo o que tenho a fazer é pedir em Seu nome e crer. Às vezes, é só dar tempo ao tempo e deixar que Deus opere.
Elaine J. Johnson
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
sexta-feira, dezembro 4
Um Exemplo
A vereda do justo é como a luz da alvorada, que brilha cada vez mais até a plena claridade do dia. Provérbios 4:18, NVI.
O lugar era quase como o paraíso. De um lado, canteiros cheios com as mais belas e variadas flores, e do outro, um maravilhoso pomar. Muitas árvores rodeavam a propriedade, e com freqüência serviam de casinhas e esconderijos para nossas brincadeiras infantis. A linda varanda de madeira, construída por nosso pai, permitia que contemplássemos um dos mais belos cenários daquela região. Podíamos ver o largo rio que passava ali perto, e nos lembrávamos das vezes em que havíamos acampado às suas margens no verão. Naquela varanda, todas as tardes, ouvíamos histórias da Bíblia, que papai nos contava. Abraão, Isaque, Jacó e José eram verdadeiros heróis para nós.
Numa tarde quente, ao voltarmos da escola, tirei os sapatos enquanto caminhava ao lado da minha mãe. De repente, pisei sobre algo frio e gritei para minha mãe. Vimos, em seguida, que eu havia sido mordida por uma cobra extremamente venenosa.
Nem três minutos haviam passado, e eu não conseguia enxergar mais nada. Recebi os primeiros socorros de um fazendeiro, que me levou para sua casa, a uns mil metros de distância. Minha perna se repuxava junto ao corpo, e eu sentia muita sede. Todos estavam em pânico. Nosso pai estava trabalhando, e não havia meio de comunicar-se com ele. Minha irmãzinha sugeriu: “Vamos orar para que Deus mande papai para casa agora. Ele vai pedir a Deus, e Deus vai realizar um milagre.”
Nem dez minutos passaram depois da oração, quando papai chegou. Ele se ajoelhou ao meu lado e disse a Deus que não estava preparado para me perder; que queria que Deus me salvasse a vida. Ele me segurou nos braços e imediatamente me levou ao hospital. O médico disse que eu não precisaria ter sido levada ao hospital, porque, se fosse para eu morrer, teria morrido dentro das primeiras duas horas após a mordida da cobra.
O exemplo do meu pai e a certeza que ele teve de que sua oração seria atendida permanecem na minha lembrança até hoje. Nosso Deus é assim, maravilhoso, incrível, e responde às orações dos Seus filhos. Que esse Deus a inspire hoje a servi-Lo e amá-Lo para sempre.
Numa tarde quente, ao voltarmos da escola, tirei os sapatos enquanto caminhava ao lado da minha mãe. De repente, pisei sobre algo frio e gritei para minha mãe. Vimos, em seguida, que eu havia sido mordida por uma cobra extremamente venenosa.
Nem três minutos haviam passado, e eu não conseguia enxergar mais nada. Recebi os primeiros socorros de um fazendeiro, que me levou para sua casa, a uns mil metros de distância. Minha perna se repuxava junto ao corpo, e eu sentia muita sede. Todos estavam em pânico. Nosso pai estava trabalhando, e não havia meio de comunicar-se com ele. Minha irmãzinha sugeriu: “Vamos orar para que Deus mande papai para casa agora. Ele vai pedir a Deus, e Deus vai realizar um milagre.”
Nem dez minutos passaram depois da oração, quando papai chegou. Ele se ajoelhou ao meu lado e disse a Deus que não estava preparado para me perder; que queria que Deus me salvasse a vida. Ele me segurou nos braços e imediatamente me levou ao hospital. O médico disse que eu não precisaria ter sido levada ao hospital, porque, se fosse para eu morrer, teria morrido dentro das primeiras duas horas após a mordida da cobra.
O exemplo do meu pai e a certeza que ele teve de que sua oração seria atendida permanecem na minha lembrança até hoje. Nosso Deus é assim, maravilhoso, incrível, e responde às orações dos Seus filhos. Que esse Deus a inspire hoje a servi-Lo e amá-Lo para sempre.
Eva Maria Rossi Mello
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
quinta-feira, dezembro 3
Feliz Aniversário
Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és Meu Filho, Eu, hoje, Te gerei. Salmo 2:7.
Quem se esquece da emoção de um nascimento – as primeiras dores; o rompimento da bolsa; a corrida maluca ao hospital em meio ao trânsito (e às vezes no meio de uma tormenta), com ou sem a lendária mala; as intensas contrações? Luzes, rostos, vozes, ordens. E então a dor final da chegada do bebê. O nascimento é doloroso, mas que alegria é ter o bebê, ouvir seu primeiro choro, ser parte daquilo tudo como mãe, pai, tia, avós ou mesmo amigos.
E agora vem a alegria da notícia que se espalha, transmitida por celular, e-mail ou viva voz: “Nasceu o bebê!” “É uma menina!” “É um menino!” ou, quem sabe, “São gêmeos!” A seguir, presentes e balões festivos contam a história em tons de rosa ou azul.
É assim que o Senhor Se sente quando entramos para Sua família pelo batismo? “Eu, hoje, te gerei”. Anuncia Ele nosso nascimento com enfeites celestes ou despacha anjos para outros mundos, mensageiros angélicos contando as melhores notícias da Terra? Meu filho nasceu de novo!
Entretanto, como filhos, quão rapidamente nos esquecemos do dia de nosso nascimento! Sem a perspectiva de presentes no aniversário, quantos de nós nos lembraríamos desse dia, especialmente ao ficarmos mais velhos? Com que freqüência é desconsiderado um relacionamento que começou com tanta alegria – filhos e pais que nem conversam uns com os outros. Às vezes, isso acontece em nosso relacionamento com Jesus, que nos deu vida nova. Ainda conversamos com Ele por meio da oração? Nós O ouvimos, lendo Sua Palavra? Encontramo-nos com Ele, na Sua casa de culto? Quão rapidamente retornamos à rotina de sempre, como se não tivesse havido um nascimento, como se tivéssemos chegado até aqui por nossa conta.
O que seu batismo significa para o Senhor? O que significa para você? Embora você venha a esquercer-se, Ele, como bom pai, nunca Se esquecerá. Lembra-Se de cada dor, cada triunfo. Seu nascimento ainda significa tudo para Ele. Hoje pode ser o dia para você recordar, o dia para retroceder ao lugar onde começou sua vida com Ele. Deus declara: “Tu és Meu filho, Eu, hoje, te gerei.” Permita que este seja o dia em que você também se lembrará, e se renovará.
E agora vem a alegria da notícia que se espalha, transmitida por celular, e-mail ou viva voz: “Nasceu o bebê!” “É uma menina!” “É um menino!” ou, quem sabe, “São gêmeos!” A seguir, presentes e balões festivos contam a história em tons de rosa ou azul.
É assim que o Senhor Se sente quando entramos para Sua família pelo batismo? “Eu, hoje, te gerei”. Anuncia Ele nosso nascimento com enfeites celestes ou despacha anjos para outros mundos, mensageiros angélicos contando as melhores notícias da Terra? Meu filho nasceu de novo!
Entretanto, como filhos, quão rapidamente nos esquecemos do dia de nosso nascimento! Sem a perspectiva de presentes no aniversário, quantos de nós nos lembraríamos desse dia, especialmente ao ficarmos mais velhos? Com que freqüência é desconsiderado um relacionamento que começou com tanta alegria – filhos e pais que nem conversam uns com os outros. Às vezes, isso acontece em nosso relacionamento com Jesus, que nos deu vida nova. Ainda conversamos com Ele por meio da oração? Nós O ouvimos, lendo Sua Palavra? Encontramo-nos com Ele, na Sua casa de culto? Quão rapidamente retornamos à rotina de sempre, como se não tivesse havido um nascimento, como se tivéssemos chegado até aqui por nossa conta.
O que seu batismo significa para o Senhor? O que significa para você? Embora você venha a esquercer-se, Ele, como bom pai, nunca Se esquecerá. Lembra-Se de cada dor, cada triunfo. Seu nascimento ainda significa tudo para Ele. Hoje pode ser o dia para você recordar, o dia para retroceder ao lugar onde começou sua vida com Ele. Deus declara: “Tu és Meu filho, Eu, hoje, te gerei.” Permita que este seja o dia em que você também se lembrará, e se renovará.
Annette Walwyn Michael
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
quarta-feira, dezembro 2
Descanso
Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Mateus 11:28.
Manteiga de amendoim, solução para as lentes de contato, pão – foram alguns itens essenciais que meu esposo e eu compramos no hipermercado, certa noite. Depois, eu disse a ele que estaria na seção de livros, enquanto ele ia procurar baterias. Examinei os best-sellers em numerosas estantes, livros religiosos, livros sobre Reagan e sobre Hillary e Bill Clinton. De repente, alguém colocou um pedaço de papel na minha mão. Ela disse: “Eu gostaria de lhe dar isto”, e se foi. Olhei para o papel na minha mão. Era um folheto intitulado “Você Encontrou Descanso?” Decidi guardá-lo e o enfiei na bolsa, pretendendo lê-lo mais tarde, porque fiquei impressionada com o compromisso que ela sentia de testemunhar.
No dia seguinte, eu me esqueci do folheto. Então, tempos depois, e por alguma razão desconhecida, decidi consertar a alça da bolsa, que se havia rompido semanas antes. Enquanto limpava a bolsa, encontrei o folhetinho. Ainda intrigada pelo rápido encontro na seção de livros, acomodei-me no canto do sofá para examinar o conteúdo do folheto.
Impressos no verso do folheto estavam o nome e o endereço de uma igreja local, mas o pamfleto continha apenas uma mensagem: o convite para “ir a Jesus e permitir que Ele conceda o descanso”. Não apresentava doutrinas, nem promessa de purificação da vida toda, nada que o leitor precisasse saber – era só a pessoa ir assim como se encontrava. Senti-me tocada. Às vezes, complicamos demais o ato de ir a Deus. Lustramos e manipulamos nossas pequenas declarações sobre quem e o que Deus é, esperando deixar alguma mensagem religiosa inteligente, esquecendo-nos o tempo todo do simples evangelho que Deus nos comissionou a partilhar. “Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mateus 11:29, 30). Sua dádiva é paz, descanso e alívio de nossos labores, lutas e esforços. Receba essa paz, conhecendo a Jesus.
Querido Jesus, mostra-nos o Pai. Obrigada pelo convite “Vinde a Mim”, para achar descanso e paz, simplesmente por Te conhecer. Ajuda-nos a partilhar esse evangelho simples com aqueles com quem nos encontramos.
No dia seguinte, eu me esqueci do folheto. Então, tempos depois, e por alguma razão desconhecida, decidi consertar a alça da bolsa, que se havia rompido semanas antes. Enquanto limpava a bolsa, encontrei o folhetinho. Ainda intrigada pelo rápido encontro na seção de livros, acomodei-me no canto do sofá para examinar o conteúdo do folheto.
Impressos no verso do folheto estavam o nome e o endereço de uma igreja local, mas o pamfleto continha apenas uma mensagem: o convite para “ir a Jesus e permitir que Ele conceda o descanso”. Não apresentava doutrinas, nem promessa de purificação da vida toda, nada que o leitor precisasse saber – era só a pessoa ir assim como se encontrava. Senti-me tocada. Às vezes, complicamos demais o ato de ir a Deus. Lustramos e manipulamos nossas pequenas declarações sobre quem e o que Deus é, esperando deixar alguma mensagem religiosa inteligente, esquecendo-nos o tempo todo do simples evangelho que Deus nos comissionou a partilhar. “Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mateus 11:29, 30). Sua dádiva é paz, descanso e alívio de nossos labores, lutas e esforços. Receba essa paz, conhecendo a Jesus.
Querido Jesus, mostra-nos o Pai. Obrigada pelo convite “Vinde a Mim”, para achar descanso e paz, simplesmente por Te conhecer. Ajuda-nos a partilhar esse evangelho simples com aqueles com quem nos encontramos.
Judy Good Silver
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
terça-feira, dezembro 1
As Aparências Enganam
A boa inteligência consegue favor. Provérbios 13:15.
Meu esposo e eu visitávamos amigos, na parte norte do globo. Nós nos sentíamos numa terra estranha, absolutamente diferente da região tropical na qual havíamos nascido e nos criado. Embora a cultura fosse tão diferente, o inglês era o meio de comunicação, e assim desfrutamos nossa permanência ali.
Nossos amigos tinham dois enormes cães de uma raça especial, chamados Keta e Kota. Só de olhar seu pêlo espesso e felpudo, e focinho semelhante ao de lobo, ficávamos apavorados. Eles permaneciam na entrada da casa, de modo que precisávamos passar por eles quando saíamos e entrávamos. Os donos tinham um bom relacionamento com eles, mas nós não nos sentíamos tão à vontade quando eles estavam por perto. Para aparentar tranqüilidade, meu esposo os chamava pelos nomes quando passava por perto. Eles respondiam imediatamente e, atento às suas expressões, meu esposo passava de largo. Um dia, nosso amigo disse: “Pastor, quando Kota e Keta se levantam, simplesmente estenda a mão e dê umas palmadinhas neles. Eles gostam disso, e é isso que esperam. Ficam confusos quando são chamados pelo nome, mas não recebem essa atenção.” Eu sabia que meu esposo preferiria ignorá-los, em vez de fazer carinho naqueles enormes cães.
No fim das férias, porém, já éramos bons amigos de Kota e Keta, chegando a considerá-los os melhores cães de guarda que já havíamos visto. Nosso receio desapareceu e criamos um forte laço com esses animais. Podíamos brincar audaciosamente com eles. Seu tamanho e aparência não mudaram desde a primeira vez que os vimos; porém, agora não nos impressionavam mais, já que a ligação se havia tornado cada vez mais amistosa. Recebendo os esperados afagos e agrados, estavam prontos para obedecer aos comandos.
Um animal de quatro patas, ensinado e treinado para reagir ternamente a um animal de duas pernas que oferece amor e atenção, é algo a ser admirado. Eles nos deram alegria durante o período da visita.
Não se deixe afastar pela aparência. Naquela viagem, aprendi que às vezes as aparências são enganosas. Você também já descobriu que isso é verdade? Somente quando temos uma boa compreensão a respeito de algo é que emitiremos um julgamento correto – acerca de animais ou pessoas.
Nossos amigos tinham dois enormes cães de uma raça especial, chamados Keta e Kota. Só de olhar seu pêlo espesso e felpudo, e focinho semelhante ao de lobo, ficávamos apavorados. Eles permaneciam na entrada da casa, de modo que precisávamos passar por eles quando saíamos e entrávamos. Os donos tinham um bom relacionamento com eles, mas nós não nos sentíamos tão à vontade quando eles estavam por perto. Para aparentar tranqüilidade, meu esposo os chamava pelos nomes quando passava por perto. Eles respondiam imediatamente e, atento às suas expressões, meu esposo passava de largo. Um dia, nosso amigo disse: “Pastor, quando Kota e Keta se levantam, simplesmente estenda a mão e dê umas palmadinhas neles. Eles gostam disso, e é isso que esperam. Ficam confusos quando são chamados pelo nome, mas não recebem essa atenção.” Eu sabia que meu esposo preferiria ignorá-los, em vez de fazer carinho naqueles enormes cães.
No fim das férias, porém, já éramos bons amigos de Kota e Keta, chegando a considerá-los os melhores cães de guarda que já havíamos visto. Nosso receio desapareceu e criamos um forte laço com esses animais. Podíamos brincar audaciosamente com eles. Seu tamanho e aparência não mudaram desde a primeira vez que os vimos; porém, agora não nos impressionavam mais, já que a ligação se havia tornado cada vez mais amistosa. Recebendo os esperados afagos e agrados, estavam prontos para obedecer aos comandos.
Um animal de quatro patas, ensinado e treinado para reagir ternamente a um animal de duas pernas que oferece amor e atenção, é algo a ser admirado. Eles nos deram alegria durante o período da visita.
Não se deixe afastar pela aparência. Naquela viagem, aprendi que às vezes as aparências são enganosas. Você também já descobriu que isso é verdade? Somente quando temos uma boa compreensão a respeito de algo é que emitiremos um julgamento correto – acerca de animais ou pessoas.
Margaret Tito
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
segunda-feira, novembro 30
Moldes
Segundo tudo o que Eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis. Êxodo 25:9.
Eu tinha só 10 anos quando passei a participar do clube 4-H na pequena cidade de Vermont, onde nasci e fui criada. Logo depois de entrar para o clube, fui apresentada ao mundo mágico da costura. Como minha madrasta havia falecido, comecei a tomar todas as refeições no restaurante, mas descobri que, por apenas 15 centavos, podia comprar um figurino com moldes de roupas. Com outros 25 centavos, podia comprar um tecido bonito. Naquela época, 21 refeições por semana custavam apenas cinco dólares; eu podia comprar os moldes, algum tecido, refrigerante e uma barra de chocolate para a refeição. Minha mãe falecera quando eu tinha 4 anos, e depois minha madrasta quando eu tinha 10, e meu pai trabalhava longas horas para pagar nossas dívidas. Eu ficava sozinha na maior parte do tempo; não havia ninguém para me dizer que meu plano de refeições não era muito nutritivo.
Meu primeiro molde foi de pijamas.Não tive problema para seguir o molde e cortar o tecido, e a costura da parte superior foi bem fácil. Mas fazer a parte das calças foi outra história. Com muitas orações pedindo ajuda, eu as costurei, descosturei e costurei de novo umas cinco vezes, antes que realmente se parecessem com calças. Eu era uma juvenil obstinada e perseverante, mesmo com 10 anos, e estava decidida a costurar corretamente aquelas calças.
Logo aprendi bastante sobre costura, e calças, e seguir moldes. Ao ficar mais velha, descobri um conjunto diferente de moldes – encontrei a Bíblia e muitos modelos dentro dela. Encontrei a Jesus, que é nosso padrão para viver mais abundantemente a vida, para amar os outros, para edificar o caráter e evitar caminhos errados.
Particularmente, gosto de ler acerca do modelo que Deus deu a Moisés para o santuário terrestre, no deserto. A Bíblia nos diz que ele segue o modelo daquele que há no Céu. O santuário terrestre tem uma rica história, que pode ser muito útil para cristãos que desejam aprender mais a respeito de Deus e do plano da salvação. Minha oração por você, querida leitora, é que explore o plano de Deus para sua vida – Seu molde, através da Palavra.
Meu primeiro molde foi de pijamas.Não tive problema para seguir o molde e cortar o tecido, e a costura da parte superior foi bem fácil. Mas fazer a parte das calças foi outra história. Com muitas orações pedindo ajuda, eu as costurei, descosturei e costurei de novo umas cinco vezes, antes que realmente se parecessem com calças. Eu era uma juvenil obstinada e perseverante, mesmo com 10 anos, e estava decidida a costurar corretamente aquelas calças.
Logo aprendi bastante sobre costura, e calças, e seguir moldes. Ao ficar mais velha, descobri um conjunto diferente de moldes – encontrei a Bíblia e muitos modelos dentro dela. Encontrei a Jesus, que é nosso padrão para viver mais abundantemente a vida, para amar os outros, para edificar o caráter e evitar caminhos errados.
Particularmente, gosto de ler acerca do modelo que Deus deu a Moisés para o santuário terrestre, no deserto. A Bíblia nos diz que ele segue o modelo daquele que há no Céu. O santuário terrestre tem uma rica história, que pode ser muito útil para cristãos que desejam aprender mais a respeito de Deus e do plano da salvação. Minha oração por você, querida leitora, é que explore o plano de Deus para sua vida – Seu molde, através da Palavra.
Loraine F. Sweetland
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
domingo, novembro 29
Atentar Para os Sinais
Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará. Hebreus 10:37.
Por mais de um mês, eu vinha planejando ir a uma loja de fábrica, em Virgínia. Na verdade, até falei com minha mãe sobre tirar um dia de folga para viajar os 80 quilômetros comigo. “Vamos lá, mamãe!” supliquei. “Vou estar em licença-maternidade – uma semana inteira, antes de o bebê nascer.” Depois de alguma hesitação, ela finalmente concordou.
Mas, no dia da viagem, surgiu um problema, e decidi não falar nada a respeito. Antes de sairmos, comecei a sentir indícios de parto antes da hora – uma leve cólica, mas nada de grande desconforto. Voltaremos bem antes da hora de o bebê nascer, raciocinei. Caminhar no shopping vai me fazer bem. Como era meu segundo filho, e eu passara mais de 18 horas em trabalho de parto com o primeiro bebê, a última coisa na minha mente era a possibilidade de um parto rápido.
– Você está bem? – Minha mãe notou meu óbvio desconforto, após quatro horas de compras.
– Ai, bem, estou em trabalho de parto! – confessei.
– Quer dizer que já havia sinais, e você não deu atenção aos avisos? – repreendeu ela.
Inclinei a cabeça, apertei o passo e fui direto para o carro, para o longo trecho de volta para casa e, por fim, ao hospital. Felizmente, tudo saiu bem, mas a lição ficou comigo. Começamos cada dia observando os sinais de advertência quanto à vinda de Jesus. Notícias de jornais, televisão, rádio, tudo só falta gritar que Ele está voltando. Há guerras, calamidades naturais constantes, homicídios, estupros e mortes por causas não naturais – tudo avisando que Jesus em breve virá.
Mas, com freqüência, minha amiga, nossos atos sugerem que ignoramos os acontecimentos ao nosso redor e nos envolvemos com a questão de satisfazer nossos desejos urgentes. Mas a Sua palavra é certa, e Aquele que prometeu vir, virá. Tentei desesperadamente ignorar os sinais de aviso do nascimento iminente da minha filha, só para satisfazer meus próprios desejos. Afortunadamente, não houve danos. Mas não quero deixar de atentar para os sinais dEle. Desejo estar pronta, e sei que você também quer!
Mas, no dia da viagem, surgiu um problema, e decidi não falar nada a respeito. Antes de sairmos, comecei a sentir indícios de parto antes da hora – uma leve cólica, mas nada de grande desconforto. Voltaremos bem antes da hora de o bebê nascer, raciocinei. Caminhar no shopping vai me fazer bem. Como era meu segundo filho, e eu passara mais de 18 horas em trabalho de parto com o primeiro bebê, a última coisa na minha mente era a possibilidade de um parto rápido.
– Você está bem? – Minha mãe notou meu óbvio desconforto, após quatro horas de compras.
– Ai, bem, estou em trabalho de parto! – confessei.
– Quer dizer que já havia sinais, e você não deu atenção aos avisos? – repreendeu ela.
Inclinei a cabeça, apertei o passo e fui direto para o carro, para o longo trecho de volta para casa e, por fim, ao hospital. Felizmente, tudo saiu bem, mas a lição ficou comigo. Começamos cada dia observando os sinais de advertência quanto à vinda de Jesus. Notícias de jornais, televisão, rádio, tudo só falta gritar que Ele está voltando. Há guerras, calamidades naturais constantes, homicídios, estupros e mortes por causas não naturais – tudo avisando que Jesus em breve virá.
Mas, com freqüência, minha amiga, nossos atos sugerem que ignoramos os acontecimentos ao nosso redor e nos envolvemos com a questão de satisfazer nossos desejos urgentes. Mas a Sua palavra é certa, e Aquele que prometeu vir, virá. Tentei desesperadamente ignorar os sinais de aviso do nascimento iminente da minha filha, só para satisfazer meus próprios desejos. Afortunadamente, não houve danos. Mas não quero deixar de atentar para os sinais dEle. Desejo estar pronta, e sei que você também quer!
Yvonne Curry Smallwood
Do livro "Sussurros do Céu" da Casa Publicadora Brasileira
