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terça-feira, julho 19

O que é o Armagedom?


O Armagedom é descrito no livro de Apocalipse como “a peleja do grande dia do Deus todo-poderoso” (16:14), travada entre os poderes demoníacos da “besta” e dos “reis da Terra, com os seus exércitos”, de um lado, e o “Rei dos reis e Senhor dos senhores” e “o Seu exército”, do outro (19:16, 19).

Longe de ser um conflito bélico-nuclear, o Armagedom será o confronto cósmico final entre as forças do bem e os poderes do mal, no qual será decidido, para sempre, quem é digno de adoração (comparar com I Reis 18). Embora os ímpios se prepararão belicamente para a batalha (Apocalipse 16:14; 20:7-9), seguramente os seguidores de Cristo não assumirão uma postura de combatência militar (ver Mateus 5:38-48; Romanos 12:17-21). Nesse conflito espiritual (ver Efésios 6:10-18), Cristo e os Seus anjos pelejarão em favor da igreja, triunfando definitivamente sobre Satanás e seus aliados (Apocalipse 20:1-21:8).

segunda-feira, fevereiro 7

O Conflito Cósmico

Todas as pessoas na face da Terra, independente de sua religião ou nacionalidade, reconhecem que existe uma batalha acontecendo ao nosso redor entre as forças do bem e do mal, um conflito titânico entre a luz e as trevas, a verdade e o erro, opressão e liberdade, certo e errado, e, automaticamente, vida e morte.

Qual é a história por trás disso? Se além do véu tridimensional do mundo físico que vemos existe um mundo espiritual que não vemos, a grande pergunta é: quem está envolvido nessa crise cósmica? Como, onde e quando ela começou?

Conflito Cósmico: a origem do mal

terça-feira, dezembro 28

O Grande Conflito nas palavras de Satanás



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sábado, dezembro 11

O Princípio dos Princípios




















O Princípio dos Princípios

No princípio, o Criador do Universo plantou um jardim com as palavras da Sua boca. Ele é o mesmo que se inclinou do Seu trono de glória para ouvir cada uma de nossas súplicas. Sim! O "Pai da Eternidade" nos chama de "filhos". O Rei da Glória se fez homem e tornou-se Emanuel, Deus conosco. Ele despiu-se da majestade, rejeitou a honra do Céu e aceitou os cravos e a cruz. Tudo isso, por amor. O amor é a verdadeira essência de Deus, o princípio da vida, o princípio de tudo.

Não há absolutamente nada capaz de mudar este princípio. O que poderia acontecer seria a sua escolha em não aceitá-lo. Neste caso, Deus o respeitaria. Ele deixa por nossa conta, a escolha final entre amá-Lo ou não. E por mais absurda que esta atitude de Deus seja, ela é o argumento irrefutável da perfeita justiça divina, porque a liberdade é a primeira de todas as provas de amor.

É verdade que este mundo não vai muito longe. É possível que ele se acabe muito antes do que calculam os calendários científicos. Mas a promessa de um novo princípio é feita por Alguém que é eterno. É o próprio Jesus que diz: "Faço novas todas as coisas" — Apocalipse 21:5.

O Criador de um Novo Céu e de uma Nova Terra promete dar à sua vida um princípio que será eterno.

— Revista Princípios, p. 99, 100.

(arespostadofim.blogspot.com)



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Revista PrincípiosO texto acima foi retirado da revista Princípios. Nela você encontrará revelações fantásticas com as quais talvez nunca tenha sonhado. Depois de ler esta revista, sua visão do mundo e de você mesmo nunca mais será a mesma.

De leitura agradável e atrativa, ela é de fundamental importância para a sua vida hoje e para o seu futuro. Capítulo após capítulo, você descobrirá um mundo diferente que sempre esteve ao seu redor, mas que permanecia intocável. Conhecerá este mundo desde o "Princípio", à luz de "Princípios" que são eternos.

Quer conhecer um pouco mais a revista Princípios? Acesse arespostadofim.blogspot.com, leia-a online e saiba como receber uma cópia impressa, gratuitamente, em sua casa.

quarta-feira, julho 14

Milagres Verdadeiros Tornarão a Ocorrer

miracleAqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Apoc. 14:12

A grande obra do evangelho não deverá encerrar-se com menor manifestação do poder de Deus do que a que assinalou o seu início. As profecias que se cumpriram no derramamento da chuva temporã no início do evangelho, devem novamente cumprir-se na chuva serôdia, no final do mesmo. Eis aí "os tempos do refrigério" que o apóstolo Pedro esperava quando disse: "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor, e envie Ele a Jesus Cristo." Atos 3:19 e 20.

Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes. Satanás também opera com prodígios de mentira, fazendo mesmo descer fogo do céu, à vista dos homens. (Apoc. 13:13.) Assim os habitantes da Terra serão levados a decidir-se.

A mensagem há de ser levada não tanto por argumentos como pela convicção profunda do Espírito de Deus. Os argumentos foram apresentados. A semente foi semeada e agora brotará e frutificará. As publicações distribuídas pelos missionários têm exercido sua influência; todavia, muitos que ficaram impressionados, foram impedidos de compreender completamente a verdade, ou de lhe prestar obediência. Agora os raios de luz penetram por toda parte, a verdade é vista em sua clareza, e os leais filhos de Deus cortam os liames que os têm retido. Laços de família, relações na igreja, são impotentes para os deter agora. A verdade é mais preciosa do que tudo mais. Apesar das forças arregimentadas contra a verdade, grande número se coloca ao lado do Senhor.


O Grande Conflito, págs. 611 e 612.

(Ellen White Books)

sábado, abril 24

Não Confiando nas Impressões

Meditarei nos Teus preceitos e às Tuas veredas terei respeito. Terei prazer nos Teus decretos; não me esquecerei da Tua palavra. Sal. 119:15 e 16

Em Sua Palavra, Deus conferiu aos homens o conhecimento necessário à salvação. As Santas Escrituras devem ser aceitas como autorizada e infalível revelação de Sua vontade. Elas são a norma do caráter, o revelador das doutrinas, a pedra de toque da experiência religiosa. "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra." II Tim. 3:16 e 17.

Todavia, o fato de que Deus revelou Sua vontade aos homens por meio de Sua Palavra, não tornou desnecessária a contínua presença e direção do Espírito Santo. Ao contrário, o Espírito foi prometido por nosso Salvador para aclarar a Palavra a Seus servos, para iluminar e aplicar os seus ensinos. E visto ter sido o Espírito de Deus que inspirou a Escritura Sagrada, é impossível que o ensino do Espírito seja contrário ao da Palavra.

O Espírito não foi dado - nem nunca o poderia ser - a fim de sobrepor-Se à Escritura; pois esta explicitamente declara ser ela mesma a norma pela qual todo ensino e experiência devem ser aferidos. Diz o apóstolo João: "Não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus; porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo." I João 4:1. E Isaías declara: "À lei e ao Testemunho! se eles não falarem segundo esta palavra, não haverá manhã para eles." Isa. 8:20.

Muito descrédito tem acarretado à obra do Espírito Santo o erro de certa gente que, presumindo-se iluminada por Ele, declara não mais necessitar das instruções da palavra divina. Tais pessoas agem sob impulsos que reputam como a voz de Deus às suas almas. Entretanto o espírito que as rege não é de Deus. Essa docilidade às impressões de momento, com desprezo manifesto do que ensina a Bíblia, só pode resultar em confusão e ruína, favorecendo os desígnios do maligno.

Como o ministério do Espírito Santo tem importância vital para a igreja de Cristo, é o decidido empenho de Satanás, por meio dessas excentricidades de gente desequilibrada e fanática, cobrir de opróbrio a obra do Espírito Santo e induzir o povo a negligenciar a fonte de virtude que Deus proveu para o Seu povo. O Grande Conflito, págs. 9 e 10